Última alteração: 2013-05-25
Resumo
Em qualquer sociedade faz-se uso dos termos direitos e deveres, formando assim, características marcantes na nossa visa social, política e até cultural. O primordial direito natural, que nos é concedido com dádiva divina é o direito à vida, mesmo assim, muitas vezes, isso nos é tirado a partir do nascimento e continua sendo violado até os últimos dias de vida. Se temos nossos direitos garantidos por lei, como reza a Constituição Brasileira, afirmando que todos são iguais perante a lei, isso nos assegura o direito de escolher, o gênero que queremos, para nos identificar como pessoa e viver feliz em sociedade, gozando da mesma cidadania, sendo respeitado igualmente a todas as outras pessoas que continuam com a mesma orientação sexual, desde que nasceram. Bom seria se o nosso contexto social, que seja família, escola, igreja, pensassem assim. Se assim fosse nossa sociedade não seria palco de preconceitos, humilhações, agressões físicas ou verbal, muito menos atos de homofobia ou lesbofobia. Como as diversidade conflituosas, vividas na sociedade moderna reflete na educação, desse modo, enfrentamos preconceitos relacionados aos alunos e alunas e outras pessoas da comunidade escolar que se incluem nos grupos de gêneros, diversidade sexual e relações étnico-raciais. Problemas estes têm que serem banidos das escolas, porém as instituições, ainda não encontram-se preparadas pedagogicamente para resolver situações como essas, assim os direitos dos oprimidos continuam sendo violados, quando os estudantes na maioria das vezes sofrem com os preconceitos, os estereótipos e a violência causada por “Bullying”. O primeiro passo que a escola, enquanto instituição formadora de cidadãos, deve dar, será acabar com a cultura androcêntrica e patriarcal, sem dúvida, com esse avanço, ela poderá contribuir para a construção de uma educação centrada na equidade de gênero e no exercício da cidadania. Pois precisamos formar e transformar as pessoas, para isso devemos viabilizar o acesso ao conhecimento e desenvolver habilidades, essa deve ser a meta de qualquer projeto educacional. Por outro lado, sabemos que a escola com seus métodos disciplinares e outros mecanismos, regula o ambiente educacional e continua, dentro de sua cultura, construindo sujeitos masculinos e femininos. Infelizmente, essa mesma escola, pode também criar um espaço que seja capaz de contribuir com a transformação social. Referente essa questão, nos professoras da rede estadual de ensino, nos propormos, contribuir na construção de novas propostas educacionais, no sentido de promover uma educação para a equidade de gênero e para o respeito as diferenças. Trabalho este, realizado por etapas, cujo, conta com a participação de nós professoras, ministrando formação continuada com as coordenadoras das escolas estaduais da Paraíba. Nesse processo de formação, as coordenadoras pedagógicas, passaram a atuar nas suas respectivas escolas, com um novo olhar às diversidades presentes naquele meio, de modo mais preparadas para mediar situações conflituosas, implementando políticas juntamente com todo o corpo docente e toda comunidade escolar, no desejo de tornar a escola um espaço de igualdade e de respeito às diversidades humana, avançando rumo a um mundo mais justo, com uma pratica inclusiva das diferenças à: orientação sexual, cultura, deficiências, religião, social. Afinal se todo mundo é diferente, então todo mundo é igual.
Palavra-chave: Gênero, preconceito, ética, direitos humanos, formação.