SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

RESOLUÇÃO Nº 60/1996

Aprova o Regulamento e a Estrutura Curricular do Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Humano, em nível de Mestrado, ministrado pelo Centro de Ciências da Saúde.

 

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legislação em vigor, tendo em vista deliberação adotada no plenário em reunião dos dias 19 e 20 de dezembro de 1996 (Processo Nº 013.556/96-03),

R E S O L V E:

 

Art. 1º - Aprovar o Regulamento e a Estrutura Curricular do Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Humano, em nível de Mestrado, criado pelo Resolução Nº 14/96 do Conselho Universitário, em reunião realizada em 10 de setembro de 1996.

 

Art. 2º - O Regulamento e a Estrutura Curricular de que trata o artigo anterior passam a fazer parte, em anexo, da presente Resolução.

 

Art. 3º - A presente Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.

 

Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 30 de dezembro de 1996.

 

JÁDER NUNES DE OLIVEIRA

Presidente

 

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 60/96 DO CONSEPE

 

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO

TÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES.

CAPÍTULO I

DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

Art. 1º - Conforme Resolução 14/96 do Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba, o Centro de Ciências de Saúde do Campus I, através do Departamento de Medicina Interna (DMI), manterá um Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Humano, em nível de Mestrado.

§ 1º - O Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano contará inicialmente com a seguinte área de concentração: Desenvolvimento Humano, com uma linha de pesquisa em desenvolvimento humano e outra em desvios do desenvolvimento, englobando as etapas evolutivas: infância, adolescência e idade adulta.

§ 2º - A linha de pesquisa Desenvolvimento Humano constará com os seguintes núcleos de pesquisa:

a) aspectos gerais do desenvolvimento humano,

b) personalidade e desenvolvimento,

c) métodos, medidas e avaliação do desenvolvimento,

d) crescimento e seus desvios e

e) nutrição e desenvolvimento.

§ 3º - A linha de pesquisa em Desvios do Desenvolvimento, contará com os seguintes núcleos de pesquisas:

a) psiconeuroendocrinologia,

b) família e desenvolvimento,

c) adolescência e drogas psicoativas e

d) transtornos do desenvolvimento.

§ 4º - Poderão ser criados, após ouvido o colegiado do curso, projetos vinculados de pesquisas, de acordo com a linha de pesquisa dos professores, assim como outros núcleos de pesquisas.

§ 5º - As linhas de pesquisa constituir-se-ão o eixo principal das atividades acadêmico-científicas do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano, agrupando assim, em função de temas e/ou perspectivas metodológicas, os diversos projetos de pesquisa a serem desenvolvidos por docentes e discentes.

Art. 2º - Este Curso terá como objetivo a formação de docentes e pesquisadores em Desenvolvimento Humano.

Art. 3º - São objetivos gerais do curso:

a) a formação de pessoal qualificado para o exercício da pesquisa e do magistério superior, considerados indissociáveis no campo do desenvolvimento humano;

b) o incentivo à pesquisa na área do Desenvolvimento Humano sob perspectiva multi e interdisciplinar e

c) a produção, difusão e aplicação do conhecimento do Desenvolvimento Humano na realidade econômica, social e cultural, tanto regional quanto nacional.

Art. 4º - Os objetivos de que trata o caput deste artigo serão alcançados de acordo com o que dispõem:

I- A Legislação Federal de Ensino Superior;

II- O Estatuto e o Regimento Geral da Universidade;

III- O Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB;

IV- O presente Regulamento.

 

TÍTULO II

DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO

CAPÍTULO I

DA ORGANIZAÇÃO

Art. 5º - Integram a organização didático-administrativa do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano:

I- Um Colegiado de Curso, como órgão Deliberativo;

II- uma Coordenação, como órgão Executivo do Colegiado;

III- uma Secretaria, como órgão de apoio administrativo.

Art. 6º - A constituição e atribuições dos órgãos responsáveis pela organização didático-administrativa do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano são aquelas dispostas no Regimento Geral e no Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

§ 1º - São atribuições do Colegiado do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano, além das constantes no Regimento Geral e no Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB:

I- Aprovar a criação de linhas de pesquisa com base nos recursos humanos e na produção científica, existentes;

II - Avaliar anualmente as linhas de pesquisas, já constituídas, segundo critérios de produtividade acadêmica e científica;

III - Extinguir linhas de pesquisas, já constituídas, segundo critérios de produtividade acadêmica e científica;

IV - Determinar o número de vagas em cada processo seletivo, com base na disponibilidade de orientação nas linhas de pesquisa;

V - Homologar a concessão de bolsas realizada pela Comissão de Bolsas;

VI - Homologar as renovações e os cancelamentos de bolsas realizados pela Comissão de Bolsas;

VII- Decidir sobre documentos e critérios a serem utilizados na seleção dos candidatos ao curso.

VIII- Decidir sobre inscrições de candidatos oriundos das áreas afins.

IX- Aceitar estudantes estrangeiros, através de convênio com a UFPB.

§ 2º - São atribuições do Coordenador do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano, além das constantes no Regimento Geral e no Regulamento Geral dos Cursos e Programas de pós-graduação Stricto Sensu da UFPB:

I - Representar o curso junto a entidades de caráter cultural e científico;

II - Representar o curso em congressos, colóquios e outros eventos de caráter cultural e científico.

III - Delegar a membros do corpo docente a representação do curso nos casos indicados nos itens I e II deste parágrafo.

CAPÍTULO II

DO FUNCIONAMENTO

SUB-CAPÍTULO I

DO CORPO DOCENTE

Art. 7º - O corpo docente do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano será constituído de acordo com o disposto no Art. 21 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

Art. 8º - Para integrar o corpo docente do curso, o professor e/ou pesquisador precisará ser credenciado pelo Colegiado do Curso, com base em parecer de um dos seus membros escolhido para esta finalidade, devendo possuir o grau de Doutor ou Livre-Docente.

 

§ 1º - Para ter o primeiro credenciamento, além do observado no Art. 22 do Regulamento Geral dos Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu, o docente deverá apresentar o Curriculum Vitae e um plano de trabalho a ser desenvolvido junto ao Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano no período do credenciamento.

§ 2º - O credenciamento dos membros do corpo docente, terá validade pelo período de 04 (quatro) anos, ao final do qual será feita uma avaliação do desempenho do docente nos termos apresentados no caput deste Artigo.

§ 3º - Para a renovação do credenciamento o docente deverá apresentar, ao Colegiado do Curso, um relatório de atividades do qual deve constar sua produção acadêmico-científica nos últimos quatro anos e novo plano de trabalho a ser desenvolvido.

§ 4º - O docente poderá ser desligado antes do vencimento do prazo de 04 (quatro) anos mediante solicitação do mesmo ou por decisão do Colegiado do Curso pelo não cumprimento do plano de trabalho apresentando quando de seu credenciamento.

Art. 9º - Dentre os membros do corpo docente credenciado, para cada aluno selecionado, será designado um orientador que se encarregará tanto da orientação acadêmica quanto da orientação da dissertação com atribuições definidas no Art. 23, parágrafos 2º e 3º, do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu.

 

SUB-CAPÍTULO II

DA ADMISSÃO AO CURSO

SEÇÃO I

DA INSCRIÇÃO

Art. 10 - A admissão ao Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano far-se-á após classificação em processo de seleção, ressalvado o disposto no Inciso XI do Art. 14 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

Art. 11 - Poderão inscrever-se no processo de seleção os candidatos graduados em Medicina, Psicologia e áreas afins.

Parágrafo único - A inscrição dos candidatos dos cursos de áreas afins será decidida pelo Colegiado do curso.

Art. 12 - O Colegiado do Curso fixará, fazendo constar no edital de inscrição, o número de vagas por núcleo de pesquisa, segundo as linhas de pesquisas existentes, levando em consideração a capacidade de orientação do corpo docente.

Art. 13 - Para a inscrição dos candidatos à seleção do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano exigir-se-ão:

I - Formulário de inscrição devidamente preenchido;

II - Cópia do diploma de graduação ou documento equivalente;

III - Cópia da carteira de identidade ou de registo geral de estrangeiro para os candidatos brasileiros ou não, respectivamente;

IV- Prova de estar em dia com suas obrigações militares e eleitorais, no caso de candidato brasileiro.

§ 1º - Além dos documentos constantes no caput deste artigo poderão ser solicitados outros documentos, a critério do Colegiado do Curso, que deverão ser especificados no edital de seleção.

§ 2º - O Coordenador deferirá o pedido de inscrição à vista da regularidade da documentação apresentada.

§ 3º - Se, na época da inscrição, o candidato ainda não houver concluído o curso de graduação, deverá apresentar documento comprovando estar em condições de concluí-lo antes do início do curso.

 

SEÇÃO II

DA SELEÇÃO

Art. 14 - A admissão ao Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano, será realizada após o processo de seleção, o qual será cumulativamente eliminatório e classificatório, ressalvando-se o disposto no Inciso XI do Art. 14 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

Art. 15 - A seleção dos candidatos inscritos estará a cargo de uma comissão composta de, no mínimo, 03 (três) professores, designada pelo Coordenador do Curso, ouvido previamente o Colegiado do Curso.

Art. 16 - Os critérios a serem empregados em cada seleção específica serão elaborados pelo Colegiado do Curso, com base na avaliação dos critérios utilizados em seleções anteriores, sendo sempre exigidas provas de conhecimento e entrevistas.

§ 1º - O Colegiado do Curso fará constar do edital de inscrição os critérios a serem utilizados na seleção e a data de sua realização.

§ 2º - A relação dos candidatos classificados será homologada pelo Colegiado do curso, até 7 (sete) dias após a seleção.

§ 3º - A aprovação dos candidatos dar-se-á exclusivamente por núcleos de pesquisa, segundo as linhas de pesquisas existentes no Curso.

 

SEÇÃO III

DA MATRÍCULA

Art. 17 - Os candidatos classificados na seleção deverão efetuar sua matrícula prévia junto à Secretaria da Coordenação do Mestrado em Desenvolvimento Humano, dentro dos prazos fixados no calendário escolar, recebendo um número de inscrição que os qualificará como alunos regulares da Universidade.

Parágrafo Único - A não efetivação da matrícula prévia, no prazo fixado, implicará na desistência do candidato em matricular-se no Curso, perdendo todos os direitos adquiridos pela classificação no processo de seleção.

Art. 18 - Na época fixada no calendário escolar, antes do início de cada período letivo, cada aluno fará sua matrícula em disciplinas, junto à Coordenação do Curso, salvo os casos de interrupção de estudos previstos no Art. 37 do Regulamento Geral de Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

§ 1º - O aluno, desde o primeiro período letivo, ficará vinculado a um núcleo de pesquisa devendo desenvolver as atividades específicas deste núcleo, segundo critérios do seu orientador acadêmico que também acumulará a orientação do trabalho final.

§ 2º - Não será permitida, no período de integralização dos créditos do curso a matrícula em disciplinas em que o aluno já tenha sido aprovado.

§ 3º - Os candidatos inscritos na seleção, na forma do disposto no § 2º do Art. 26 deste Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB, deverão, no ato da primeira matrícula em disciplinas, satisfazer a exigência de apresentarem cópia autenticada do diploma do curso de graduação em Medicina, Psicologia ou áreas afins.

§ 4º - Para efeito do disposto no caput deste Artigo, a dissertação de mestrado, será considerada como disciplina.

Art. 19 - Poderá ser admitido como aluno especial, conforme previsto no Art. 34 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, a critério do Colegiado do Curso, profissional graduado ou aluno de graduação plena da UFPB.

§ 1º - A aceitação de aluno especial estará condicionada à existência de vagas em cada disciplina após matriculados os alunos regulares e à aceitação por parte do docente da disciplina.

§ 2º - A aceitação de transferência somente poderá ser realizado, após concluído, pelo menos, o primeiro período de estudos na IES de origem.

 

SEÇÃO IV

DO TRANCAMENTO E CANCELAMENTO DE MATRÍCULA

Art. 20 - Será permitido o trancamento de matrícula em uma ou mais disciplinas, desde que ainda não se tenham realizado 30% (trinta por cento) das atividades previstas para a disciplina, salvo caso especial a critério do Colegiado do Curso.

§ 1º - O pedido de trancamento de matrícula, em uma ou mais disciplinas, constará de um requerimento feito pelo aluno e dirigido ao Coordenador do Curso.

§ 2º - O deferimento do pedido compete ao Coordenador do Curso, ouvidos, previamente, o orientador do aluno e o professor da disciplina, respeitadas as disposições em vigor.

§ 3º - Não constará no histórico escolar do aluno, referência ao trancamento de matrícula em qualquer disciplina.

§ 4º - É vedado o trancamento de matrícula na mesma disciplina mais de uma vez, salvo casos excepcionais, a critério do Colegiado do Curso.

Art. 21 - O trancamento da matrícula em todo o conjunto de disciplina corresponde à interrupção de estudos e só poderá ser concedido em caráter excepcional e apenas uma única vez, por solicitação do aluno e justificativa do orientador, a critério do Colegiado do Curso.

Parágrafo único - O prazo máximo permitido de interrupção de estudos será de 06 (seis) meses, não sendo computado no tempo de integralização do Curso.

Art. 22 - Admitir-se-á o cancelamento da matrícula, em qualquer tempo, por solicitação do aluno, correspondendo à sua desvinculação do Curso.

 

 

SUB-CAPÍTULO III

DO REGIME DIDÁTICO-CIENTÍFICO

SEÇÃO I

DA ESTRUTURA CURRICULAR

Art. 23 - O Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano abrangerá disciplinas obrigatórias, eletivas e optativas, da área de concentração e do domínio conexo, que estão indicadas no Anexo I, deste Regulamento.

Art. 24 - As disciplinas da Estrutura Curricular, com seus respectivos códigos, ementas, bibliografia básica, carga horária, número de créditos e departamentos ministrantes estão indicadas no Anexo II, deste Regulamento.

Parágrafo Único - A Coordenação do Curso organizará a oferta de disciplinas para cada período letivo, ouvidos os docentes vinculados às linhas de pesquisas e seus respectivos núcleos.

Art. 25 - O aluno do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano deverá integralizar um mínimo de 26 (vinte e seis) créditos assim distribuídos:

I- Disciplinas Obrigatórias: 12 créditos;

II- Disciplinas Eletivas: 14 créditos;

III- Disciplinas Optativas: 06 créditos.

Art. 26 - Cada crédito corresponde a 15 (quinze) horas de aula teórica ou 30 (trinta) horas de aula prática ou trabalho equivalente.

Art. 27 - As durações máxima e mínima do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano serão respectivamente, de 30 (trinta) meses e 12 (doze) meses, incluindo o tempo de preparação e de apresentação da dissertação.

Parágrafo Único - Para fins do disposto no Art. 29, o tempo de integralização do Curso será computado a partir da primeira matrícula no curso, respeitado o que estabelece o Art. 23 deste Regulamento.

Art. 28 - Haverá 02 (dois) semestres letivos regulares em cada ano, oferecidos de acordo com o calendário escolar.

Parágrafo Único - Em caráter excepcional e a critério do Colegiado do Curso, ouvidos os departamentos envolvidos, poderá ser oferecido 01 (um) período complementar nos meses de janeiro e fevereiro.

Art. 29- A critério do Colegiado, poderão ser atribuídos créditos a tarefas ou estudos especiais não previstos na Estrutura Curricular, porém pertinentes à linha ou núcleo de pesquisa do aluno, até um máximo de 02 (dois) créditos.

Parágrafo Único - Poderão ser caracterizadas como tarefas ou estudos especiais, as seguintes atividades:

a) participação em pesquisa conjunta com o orientador que não seja a da dissertação;

b) aceitação ou publicação de artigo durante o período do curso em uma revista indexada;

c) treinamento no uso de computador para pesquisa;

d) participação em programas de intervenção junto à comunidade e

e) participação em atividades clínico-ambulatoriais no HU.

Art. 30 - Os alunos do Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano poderão cursar uma ou mais disciplinas didático-pedagógicas, no total de 04 (quatro) créditos, em caráter optativo.

§ 1º - A(s) disciplina(s) de que trata o caput deste Artigo, poderá(ão) caracterizar-se como Estágio-Docência.

§ 2º - O Estágio-Docência constará da preparação e ministração de uma disciplina em curso de graduação em Medicina (para os médicos) e em psicologia (para os psicólogos), com a supervisão do seu orientador e do professor da respectiva disciplina, os quais atribuirão o conceito final do aluno na forma do disposto no Art. 32 deste Regulamento.

§ 3º - Para os alunos de áreas afins o Colegiado do Curso normatizará o Estágio-Docência.

§ 4º - Ao Estágio-Docência de que trata o parágrafo anterior serão atribuídos 04 (quatro) créditos.

Art. 31 - Para fins de integralização do número de créditos no Mestrado de Desenvolvimento Humano, os alunos poderão, a critério do Colegiado, cursar até 04 (quatro) créditos em disciplinas ministradas em outros cursos de mestrado não constantes da Estrutura Curricular do Curso.

SEÇÃO II

DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR

Art. 32 - A avaliação do rendimento escolar do aluno far-se-á pela apuração de freqüência e pela mensuração do seu aproveitamento.

§ 1º - O aproveitamento será mensurado através de provas, exames, trabalhos e projetos de participação nas atividades programadas do Curso.

§ 2º - O professor terá autonomia para estabelecer o tipo e o número de atividades que irão compor a mensuração do aproveitamento do aluno, atendidas as exigências fixadas pelo Colegiado do Curso.

Art. 33 - Em cada disciplina o rendimento acadêmico será avaliado pelos meios previstos na sua programação, expresso mediante um único conceito no final do período, que deverá representar o conjunto das avaliações realizadas.

Art. 34 - Os conceitos de que trata o Artigo anterior terão a seguinte classificação:

CONCEITOS SIGNIFICADO

A Excelente, com direito a créditos;

B Bom, com direito a créditos;

C Regular, com direito a créditos;

D Reprovado, sem direito a créditos.

§ 1º - Para efeito de registro acadêmico, adotar-se-á a seguinte equivalência em notas:

A = 9,0 a 10,0

B = 7,0 a 8,9

C = 5,0 a 6,9

D = 0,0 a 4,9

§ 2º - Para efeito do cálculo da média considerada como Coeficiente de Rendimento Acadêmico (CRA), adotar-se-á a seguinte fórmula:

Onde NA, NB, NC e ND eqüivalem ao número de créditos obtidos, respectivamente, com os conceitos A, B, C e D.

§ 3º - Terá conceito "D" o aluno que:

I - Demonstrar conhecimento deficiente na disciplina.

II- Não atingir 85% (oitenta e cinco por cento) de freqüência na disciplina.

§ 4º - O aluno que obtiver conceito "D", em qualquer disciplina obrigatória, deverá repeti-la, incluindo-se ambos os resultados no histórico escolar e considerando-se apenas o segundo para efeito de cálculo do CRA.

§ 5º - O aluno reprovado em disciplina eletiva deverá repeti-la, incluindo-se apenas a nota da aprovação.

§ 6º - O aluno reprovado em disciplina optativa não estará obrigado a repeti-la, mas o resultado será incluído em seu histórico escolar.

§ 7º - As tarefas e os estudos especiais de que trata o Art. 30 deste Regulamento, serão considerados como disciplinas, para efeito do cálculo do CRA, e terão os conceitos anotados no histórico escolar do aluno.

Art. 35 - Para o cumprimento do disposto no Inciso II do Art. 99 do Regimento Geral da Universidade, serão aceitas as línguas inglesa, francesa, espanhola ou alemã.

§ 1º - O exame tratado no caput deste artigo será realizado por uma comissão designada pelo Colegiado do Curso.

§ 2º - Até o prazo de 06 (seis) meses, contados a partir da primeira matrícula no curso, o aluno deverá requerer, por escrito, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, a sua avaliação na língua estrangeira de sua preferência.

§ 3º - O aluno reprovado no exame de que trata o caput deste Artigo, poderá repeti-lo até a data limite de 12 (doze) meses, a partir da primeira matrícula no Mestrado em Desenvolvimento Humano, conforme reza o parágrafo primeiro do Art. 45 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

§ 4º - A prova de língua estrangeira, quando realizada por ocasião da seleção ao curso, poderá, a critério do Colegiado do Curso, ser considerada como atendendo às exigências do disposto no Inciso II do Art. 99 do Regulamento Geral da Universidade.

§ 5º - O resultado do exame tratado no caput deste Artigo constará, no histórico escolar do aluno, com o conceito "aprovado" ou "reprovado", juntamente com o período de sua realização.

SEÇÃO III

DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

Art. 36 - O aproveitamento de estudos está definido conforme o Art. 46 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

§ 1º - A critério do Colegiado do Curso, poderão ser aceitos créditos em disciplinas já cursadas anteriormente pelo aluno que sejam semelhantes, a disciplinas da estrutura curricular do curso, quanto ao conteúdo programático e carga horária, até o limite de 50% (cinqüenta por cento) dos créditos exigidos à integralização curricular.

§ 2º - A critério do Colegiado do Curso, poderão ser aceitos créditos em disciplinas já cursadas anteriormente pelo aluno mas que não façam parte da estrutura curricular do curso, desde que sejam julgadas de real importância para a formação do aluno, até o limite de 04 (quatro) créditos.

§ 3º - É vedada a aceitação de créditos, de que trata o parágrafo anterior, conjuntamente com a obtenção de créditos, de acordo com o Art. 30 deste Regulamento.

§ 4º - Só poderão ser aproveitados estudos em disciplinas cursadas com aproveitamento A e B e concluídas há, no máximo, 05 (cinco) anos.

Art. 37 - O aluno poderá requerer exame de suficiência em disciplinas obrigatórias até o limite de 06 (seis) créditos, devendo ser o requerimento julgado pelo Colegiado do Curso, observando-se o disposto no Art. 50 e seus parágrafos, do Regulamento Geral de Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

 

 

SEÇÃO IV

DO DESLIGAMENTO E DO ABANDONO

Art. 38 - Além dos casos previstos no Regimento Geral da UFPB, será desligado o aluno que não atender as determinações dispostas no Art. 51 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

Art. 39 - Será considerado em abandono do curso o aluno que, em qualquer período letivo regular, não efetuar sua matrícula em disciplina(s) ou trabalho final.

Parágrafo único - O disposto neste Artigo não se aplicará ao aluno que estiver com os estudos interrompidos, na forma do Art. 21 deste Regulamento.

 

SEÇÃO V

DA DISSERTAÇÃO

Art. 40 - O projeto de dissertação do discente deverá ser aprovado por uma comissão indicada pelo Colegiado do Curso até o final do segundo período letivo.

Art. 41 - Após a aprovação do projeto de dissertação, o aluno deverá apresentar o estado da arte do seu trabalho, em uma jornada científica promovida pelo Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano, ao final de cada semestre letivo até o término da dissertação.

Parágrafo Único - O trabalho do aluno deverá ser avaliado por uma comissão, composta pelo orientador e por outro professor, que deverá emitir parecer sobre o nível do trabalho.

Art. 42 - No caso das comissões previstas nos Artigos 40 e 41 deste Regulamento indicarem modificações, será dado o prazo de 02 (dois) meses para as devidas correções que, se não cumpridas, poderão, a critério do Colegiado do Curso, acarretar suspensão da bolsa de estudos.

Art. 43 - A apresentação final da dissertação deverá ser requerida pelo orientador ao Coordenador do Curso, que determinará a data de sua defesa, ouvida a Comissão Examinadora.

§ 1º - O requerimento deverá vir acompanhado de:

I - Declaração do Orientador que o trabalho está em condições de ser apresentado;

II.- Total de 04 (quatro) exemplares da dissertação de Mestrado, obedecendo as normas constantes do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

III - Formulário preenchido, do Banco de Teses do Ministério da Educação (MEC}.

§ 2º - O trabalho final deverá ser redigido no vernáculo.

Art. 44 - No julgamento da dissertação, será atribuído um dos seguintes conceitos:

I - Aprovado com Distinção;

II - Aprovado;

III - Indeterminado:

IV - Reprovado.

§ 1º - No caso de atribuição de CONCEITO INDETERMINADO, a Banca Examinadora apresentará relatório à Coordenação do Curso dando os motivos de sua atribuição.

§ 2º - A atribuição do conceito INDETERMINADO, implicará no estabelecimento do prazo máximo de 06 (seis) meses para a elaboração e nova apresentação e defesa da dissertação, quando já não se admitirá a atribuição do conceito INDETERMINADO.

§ 3º - No caso de nova apresentação do trabalho final, a Banca Examinadora deverá ser, preferencialmente a mesma.

Art. 45 - A atribuição dos conceitos de que trata o Artigo anterior deverá atender aos seguintes critérios:

I - A aprovação "COM DISTINÇÃO" deverá ser atribuída ao aluno cujo trabalho escrito e apresentação demonstram claramente que se sobressaem ao esperado em uma Dissertação, isto é, atendem claramente a estes requisitos:

a - um elevado grau de originalidade dos dados contidos na Dissertação;

b - ter demonstrado criatividade, inovação e espírito empreendendor, durante a condução do trabalho, testemunhado pelo orientador;

c- uma alta qualidade na apresentação do trabalho e nas respostas às argüições dos membros da comissão examinadora, por ocasião da apresentação final da Dissertação;

d - que a comissão examinadora não solicite nenhuma modificação;

e - ser a "DISTINÇÃO" proposta, por unanimidade, pelos membros da comissão examinadora.

II - O conceito "APROVADO" caberá ao trabalho em que o aluno demonstre ter atingido os objetivos do mestrado:

a - domínio do tema;

b - conhecimento da metodologia utilizada.

III - O conceito "INDETERMINADO" deverá ser dado ao trabalho em que a comissão examinadora julgue que o aluno necessita de mais tempo para atingir os objetivos determinados no Inciso anterior;

IV - O conceito "REPROVADO" caberá ao trabalho em que claramente o aluno demonstrar não haver atingido os objetivos de uma Dissertação, e que, de acordo com a avaliação da comissão examinadora, será impossível atingi-lo em tempo hábil.

Art. 46 - A dissertação será julgada em sessão pública, perante uma comissão composta por três membros, todos Doutores, um dos quais deverá ser de outra Instituição de Ensino Superior, de acordo com as exigências contidas no Art. 62 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da UFPB.

§ 1º - Cada examinador disporá de 30 (trinta) minutos para argüir o candidato, exclusivamente sobre assuntos ligados ao tema da dissertação, e de tempo igual disporá o candidato para responder, sendo facultativo o tipo de argüição.

§ 2º - A ordem de argüição dos examinadores ficará a critério da presidência da comissão examinadora.

Art. 47 - A expedição e registro do Diploma serão efetuados de acordo com o disposto nos Artigos 65 e 66 do Regulamento Geral dos Cursos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal da Paraíba

 

SEÇÃO V

DA OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE

Art. 48 - Para obter o grau de Mestre deverá o aluno, dentro do prazo regimental, ter satisfeito as seguintes exigências:

§ 1º - Perfazer o número total de créditos necessários fixados neste Regulamento.

§ 2º - Ser aprovado em exame de verificação da capacidade de leitura da Língua Estrangeira escolhida, de acordo com o regulamento do Curso.

§ 3º - Ter sido aprovado no trabalho final de dissertação.

 

TÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 49 - Os casos omissos serão decididos pelo CONSEPE, mediante consulta do Colegiado do Curso, ouvido o Conselho de Centro.

Art. 50 - O presente Regulamento entrará em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.

 

Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, 30 de dezembro de 1996.

 

 

 

JÁDER NUNES DE OLIVEIRA

Presidente

 

ANEXO 1 DA RESOLUÇÃO 60/96 DO CONSEPE

GRADE CURRICULAR

 

1. DISCIPLINAS.

1.1. - OBRIGATÓRIAS:

1.1.1. Métodos de Pesquisa e Técnicas Estatísticas I. (2 créditos)

1.1.2. Métodos de Pesquisa e Técnicas Estatísticas II. (2 créditos)

1.1.3. Teorias Gerais do Desenvolvimento Humano. (3 créditos)

1.1.4. Teorias do Desenvolvimento da Personalidade. (2 créditos)

1.1.5. Crescimento Normal e Patológico. (3 créditos)

TOTAL DE CRÉDITOS: 12

1.2. - ELETIVAS:

1.2.1. Psiconeuroendocrinologia. (3 créditos)

1.2.2. Família, Desenvolvimento e Intervenção. (2 créditos)

1.2.3. Desenvolvimento e Substâncias Psicoativas. (2 créditos)

1.2.4. Seminário de Temas Atuais I. (2 créditos)

1.2.5. Transtornos do Desenvolvimento. (3 créditos)

1.2.6. Nutrição e Desenvolvimento (2 créditos)

TOTAL DE CRÉDITOS: 14

1.3. DISCIPLINAS OPTATIVAS:

1.3.1. Metodologia do Ensino Superior (4 créditos)

1.3.2. Seminários de Temas atuais II (2 créditos)

TOTAL DE CRÉDITOS: 6

ANEXO 2 DA RESOLUÇÃO 60/96 DO CONSEPE

EMENTAS E OUTRAS INFORMAÇÕES

 

EMENTAS:

MÉTODOS DE PESQUISA E TÉCNICAS ESTATÍSTICAS I

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 8601X

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02

PROFESSOR: DR. MARDONIO RIQUE DIAS.

DEPARTAMENTO: PSICOLOGIA/CCHLA/UFPB.

Noções introdutórias de metodologia científica. Problemas. Hipóteses. princípios de causalidade. Tipos de variáveis. Delineamentos experimentais e quase experimentais. Validade experimental. Funções da estatística. Decisão estatística. nível de significância. Testes de diferenças entre médias. Pesquisa sobre o terreno super-correlação e análise de regressão. Teste x conservação estudo de caso. História de vida. Pesquisa participante. Relações bivariadas. Tabelas de contingência.

BIBLIOGRAFIA:

ALMEIDA Filho, N - A Clínica e a Epidemiologia. Apee/Abrasco, Rio de Janeiro,1982.

BERQUIÓ, E.; MILANESI, ML - Estatística Vital. USP, São Paulo, 1965.

BRYMAN, A.; CRAMER, D. - Análise de Dados em Ciências Sociais: introdução às técnicas utilizando o SPSS. Celta Editora, Oeiras, 1992.

CAMPBEL, D.; STANLEY, J. - Delineamentos Experimentais e Quase Experimentais de Pesquisas. EPU, São Paulo, 1979.

GUEDES, ML.; GUEDES, JS - Bioestatística. Livro Técnico, Rio de Janeiro, 1988.

LAURENTI, R - Estatística de Saúde. EPU/Edusp, São Paulo, 1985.

McGUIGAN, F. - Psicologia Experimental: uma abordagem metodológica. EPU, São Paulo, 1976.

RUFFINO-NETTO, A - Dualidade dos Dados na Informação Médica. Rev. Saúde Pública, V.18,N.2,p:69-70, 1984.

SOUNIS, E - Bioestatística. Livraria Atheneu, Rio de Janeiro, 1985.

MÉTODOS DE PESQUISA E TÉCNICAS ESTATÍSTICAS II

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86028

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02

PROFESSOR: DR. MARDONIO RIQUE DIAS.

DEPARTAMENTO: PSICOLOGIA/CCHLA/UFPB.

Noções de psicometria. Parâmetros psicométricos. Construção de instrumentos de medida em desenvolvimento humano. Utilização e validação de escalas no desenvolvimento humano. A abordagem multivariada: regressão múltipla, análise fatorial, correlação canônica. Análise discriminante e análise de covariância. Delineamentos fatoriais. Análise de variância simples. Análise de variância para delineamentos fatoriais. Correlação parcial e semi-parcial. Regressão simples. O computador na pesquisa em desenvolvimento humano.

BIBLIOGRAFIA:

BRYMAN, A.; CRAMER, D.- Quantitative Data Analysys for Social Scientists. Routledge, London, 1990.

ESCOTET, M.A. - Diseño Multivariado en Psicología y Educación. Ediciones CEAC, Barcelona, 1980.

GUEDES, ML.; GUEDES, JS - Bioestatística. Livro técnico, Rio de Janeiro, 1988.

GUILFORD, J.P. - Psychometric Methods. McGraw-Hill Book Company Inc, New York, 1954.

McGUIGAN, F.J. - Psicologia Experimental: uma abordagem metodológica. EPU/EDUSP, São Paulo, 1976.

TABACHNICK, B.G.; FIDELLL, L.S. - Using Multivariate Statistcs. Harper Collins Publishers, 1989.

SPSS Inc. SPSS for Windows - Professional Statistics. Release 5.0, SPSS Inc, Chicago, 1992.

SPSS Inc. SPSS for Windows - Advanced Statistcs. Release 6.0, SPSS Inc, Chicago, 1993.

 

TEORIAS GERAIS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO

CÓDIGO DA DISCIPLIA: 86036

CARGA HORÁRIA: 45 HORAS.

NÚMERO DE CRÉTIDOS: 03

PROFESSORES: DRª MARINETE MADALENA DE OLIVEIRA

DR. GENÁRIO ALVES BARBOSA

DEPARTAMENTO: MEDICINA INTERNA/CCS/UFPB.

Teorias Geral do desenvolvimento. Métodos de investigação. Conceitos de crescimento e desenvolvimento. Desenvolvimento fetal. Desenvolvimento neonatal e da lactância. Desenvolvimento físico na infância. Desenvolvimento intelectual, emocional e social da infância e adolescência. Desenvolvimento da idade adulta e senilidade.

BIBLIOGRAFIA:

BATSHAW, M.L. - A Criança com Deficiência do Desenvolvimento. Clínicas Pediátricas da América do Norte, Vol.3, 1993.

CRAVIOTO, J; ARRIETA, R - Nutición, Desarrolo Mental, Conducta y Aprendizaje. Incytas-Dif, México, 1985.

CUMINSKY, M - Crecimiento y Desarrollo. Opas, Nova Iorque, 1988

FONSECA, V - Desenvolvimento Humano. Editorial Notícias, Lisboa, 1990.

GESELL, A - El niño de 1 a 4 años. Paidós Educador . Barcelona, 1988.

LÉZINE, I - A Primeira Infância. Livros Horizontes, 1985.

MARCHESE, A; PALACIOS, J - Psicología Evolutiva, Tomos I,II,III. Alianza Psicologia, Ed. Alianza, Madrid, 1989.

REECE, R.M. - Abusos da Criança. Clínicas Pediátricas da América do Norte, Vol.4,1990.

VILLA, E - Desarrollo y Estimulación del Niño. Eunsa, Navarra, 1992.

SEMINÁRIO DE TEMAS ATUAIS

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86095

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02

PROFESSOR: CONVIDADO.

Objetiva viabilizar projetos de pesquisa a ser desenvolvido pelos diferentes núcleos de pesquisa do mestrado. Discussões e leituras sobre as questões teóricas e metodológicas referentes ao projeto de pesquisa. Discussões e atualizações de temas atuais referentes ao conteúdo programático do mestrado.

TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO DA PERSONALIDADE

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86044

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02

PROFESSOR: DR. HUMBERTO VICENTE DE ARAÚJO.

DEPARTAMENTO: MEDICINA INTERNA/CCS/UFPB.

Introdução ao estudos das pulsões I e II. Aparelho psíquico I e II. Estágio Oral. Estágio Anal. Estágio fálico I e II. Estágio de latência. Latência, puberdade e adolescência.

BIBLIOGRAFIA:

D’ANDREA, FF - Conceitos Gerais. Em: Desenvolvimento da Personalidade. Difel. São Paulo,1986.

FREUD, S. - Obras Completas. Standard Edition.

GIOVACCHIN, P - Roteiro à leitura de Freud. Artes Médicas. Porto Alegre, 1984.

KUSNETZOFF, JC - Teoria das Pulsões. Em: Introduçào à Psicopatologia Psicanalítica. Nova fronteira, Rio de Janeiro, 1982.

LAPANCHE, J.; PONTALIS, J.B. - Vocabulário de Psicanálise. Martins Fontes, São Paulo,1988.

CRESCIMENTO NORMAL E PATOLÓGICO

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86052

CARGA HORÁRIA: 45 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 03.

PROFESSOR: DR. RENATO JUNGLER.

DEPARTAMENTO: MATERNO-INFANTIL/CCS/UFPB.

Estudo do crescimento humano, desde a gestação, lactância, pré-escola, escola e puberdade, bem como o dos fatores que influem no crescimento nestas etapas evolutivas (genética). Estudo das alterações e das patologias que interferem em cada etapa evolutiva.

BIBLIOGRAFIA:

ARMELIN, M.C.S. - Fatores Peptídicos de Crescimento. Papel na proliferação e diferenciação celular. In: Setian, N. - Coord. - Endocrinologia pediátrica. Aspectos físicos e Metabólicos do Recém-nascido ao Adolescente. São Paulo, Sarvier, 1989.

BUTTE, N.F.; WONG, W.W. & GARZA, C. - Energy Cost of Growth During Infancy. Prot. Nutr. Soc., 48:300.1989.

HAMILL, P.V. - Physical Growth: National Center for Health Statistics Percentiles. Am.J.Cl. Nutr., 32:607,1979.

International Union of Nutritional Sciences - The Creration of Growth Standards: a committee report of a meeting in Tunis. Amer.J.Clin.Nutr., 25:218,1971.

JORDAN, R, J. - Crecimiento y Desarrollo en Cuba. Bol.Med.Hosp.Inf.(Mex),37:599,1980.

MARCONDES, E. - Crescimento Normal e Deficiente. 3ª ed. São Paulo, Sarvier, 1989.

MARCONDES, E.; CHAMMAS, I. - Valores médios e limites de normalidade de idade óssea em crianças de São Paulo de 9 meses a 12 anos de idade. Rev.Hosp. Clin. Fac. Med. São Paulo, 21:217,1966.

MARCONDES, E.; BERQUO, E.S.; LUONGO, J.; YUNES, J.; MARTINS, J. de S. & HEGG, R. - Estudos antrométricos de crianças brasileiras de zero a doze anos de idade. Anais nestlé, n.84,1970.

MARCONDES, E. - Os Fatores bio-psico-sociais do Crescimento. J.Ped (Rio),40:349,1975.

MARCONDES, E. - Conceito e classificação dos distúrbios do crescimento. Rev. Hosp. Clin. Fac. Med. São Paulo, 30:490,1975.

MARCONDES, E. - Idade óssea em Pediatria. Pediatr. (S.Paulo),2:297,1980.

MARCONDES, E. - Normas para o diagnóstico e classificação dos distúrbios do crescimento e da nutrição. Última versão. Pediatr. (S.Paulo), 4:307,1982.

MARCONDES, E. - Crescimento e desenvolvimento pubertário em crianças e adolescentes brasileiros. I - Metodologia. Edit. Bras. de Ciências, 1982.

MARCONDES, E. & MARQUES, R.M. - Crescimento e desenvolvimento pubertário em crianças e adolescentes brasileiros. III - Perímetros cefálico e torácico. São Paulo, Edit. Bras. de Ciências, 1983.

MARCONDES, E. - Monitorização do Crescimento. São Paulo, Centro de Estudos Prof. Pedro de Alcântara, 1987.

MARCONDES, E. - Baixa Estatura. In: Marcondes, E.; Leone, C.;Oseilka, G.W. & Corrandini, H.B. - Roteiros diagnósticos em pediatria. São Paulo, Sarvier, 1987.

MARCONDES, E. - Homeostase e Homeoresse na Desnutrição. Rev. Med.,76:44,1987.

MARCONDES, E. - Crescimento e Baixa Estatura. In: Revisões Pediátricas - 1. São Paulo, Centro de Estudos Prof. Pedro de Alcântara, Roche, s/d.

MARQUES, R.M.; MARCONDES, E.; BERQUIÓ, E.; PRANDI, R. & YUNES, J. - Crescimento e desenvolvimento pubertário em crianças e adolescentes brasileiros. II - altura e peso. São Paulo, Edit. Bras. Ciências,1982.

MEREDITH, H.B. - Findings from Asia, Australia, Europe and North America on secular change in mean height of children, Youth and young adults. Amerc. J. Phys. Antrop, 44:315,1976.

SETIAN, N. - Fatores Neuroendócrinos. In: Marcondes, E. - Crescimento normal e deficiente. 3ª ed. São Paulo, Sarvier, 1989.

TAKAY, T. - Somatic growth in Japan. Memória do XII Congresso Internacional de Pediatria, México, 1968.

WOLANSKI, N. - Environmental modification of human form and function. Ann. N.Y. Acad. Sci., 134, 826-840,1966.

PSICONEUROENDOCRINOLOGIA

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86060

CARGA HORÁRIA: 45 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02.

PROFESSORA: DRª ROSÁLIA FILIZOLA.

DEPARTAMENTO: MEDICINA INTERNA/CCS/UFPB.

Introdução à psiconeuroendocrinologia. Mecanismos básicos de controle em neuroendocrinologia: estrutura, regulação e função do eixo hipotálamo-hipofisário. Pulsatilidade hormonal e sua significação fisiológica e fisiopatológica. Distúrbios psicoendócrinos e neuroendócrinos do crescimento. Neuroendocrinologia da puberdade: conceito, fisiologia e transtornos da puberdade. Anorexia e bulimia nervosa: etiopatogenia, fisiopatologia, curso clínico e tratamento. Distúrbios endócrinos nas doenças psiquiátricas e transtornos psíquicos nas patologias endócrinas. Efeitos das drogas psicotrópicas sobre a função endócrina. Efeitos comportamentais dos hormônios peptídicos. Psiconeuroendocrinologia da mulher: tensão pré-menstrual, gestação e menopausa.

BIBLIOGRAFIA:

AYALA, A. R.; BUSTOS, H.; AGUILAR, R.M. - Dfaily Rhythm of Serum Human Gonadotropin and Human Chorionic Somatomammotropin in Normal Pregnancy. Int. J. Gynecol. Obstet, 22,173-176,1984.

BESSER, M. - Clinical Endocrinology, Grossman, A.; Ed., Blackwell Scientific Publlications, Oxford, 1992.

CALAF, J. - Pubertad Normal y Taplógica. In: Fertilitad y Esterilidad Humans. Vanrell, J.A., Calf, J. Balasch; J. Viscasillas P. Eds. Ediciones Científicas y Técnicas S.A., Barcelona, 1992, p:76-96.

De LEVIA A; TORTOSA, F.; PEINADO, M.; SERRANO, J.; RODRÍGUEZ-ESPINOSA, J; PUIG-Domiongo, M.- Episodic Nyctohemeral Secretion of Melatonin in Adults Humans: lack os relation with LH pulsatile pattern. Acta Endocrinol., 122, 76-82,1990.

FILIZOLA, R.G. - El Lactógeno Placentario en la Gestación Diabética. Universitat Autònoma de Barcelona. Tese Doutoral, outubro, 1995.

MARTIN, J.B.; Reichlin, S.- Clinical Neuroendocrinology, F.A. Dacis Co., Philadelphia, 1990.

MATTEWS, D.R. - Time Series Analysis in Endocrinology. Acta Paediat.Scand., 347, 55-62,1988.

KNOBIL, E.; NEILL, J. - The Physiology of Reproduction, Raven Press, New York, 1988.

VAN CAUTER, E. - Quantitative Methods of the Analyssis of Circadian and Episodic Hormone Fluctuations. In: Human pituitary hormone circadian and episodic variation. Van Cauter, E., Cpopinschi, G., Eds. The Hague, Nijhoff, 1-25,1981.

VANCE, M. L.; EVANS, W.S.; FURLANETTO, R.; VALE, W.; RIVIER, J.; THORNER, M.O. - Pulsatility 24 hour infusion of human growth hormone releasing factot (1-40): evidence for intermitent somatostatin secretion. J. Clin. Invest., 75, 1584-1590, 1985.

VELDHUIS, J.D.; ROGOL, A.D.; JOHSON, M.L. - Minimizing False Positive Errors in Hormonal Pulse Detection. Am.J. Physiol. 248, E465-81, 1985.

WEIGLE, D.S. - Pulstatile Secretion of Fuel-Regulatory Hormones. Diabetes, 36,764-775,1987.

WiILLIMAS, R.H.- Textbook in Endocrinology, W.B. Saunders Company, Philadelphia, 1990.

WÓJCIKOWISK, CZ.; WOJCIECHOWSKA, P. - Short term Changes of hPL and hCG Secretion in Normal and Diabetic Pregnancy. Diabetologia. 33 (suppl 1), 139A, 1989.

FAMÍLIA, DESENVOLVIMENTO E INTERVENÇÃO

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86079

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02.

PROFESSORA: DRª CRISTINA DIAS.

DEPARTAMENTO: PSICOLOGIA/CCHLA/UFPB.

Histórico, funções e tipos de família. Análise do contexto cultural e psicológico em que se desenvolve a família, levando em consideração as etapas e conflitos que podem emergir no decorrer do desenvolvimento. Contribuições da Teoria Sistêmica e da Teoria da Comunicação para a terapia familiar. Estudo dos princípios e métodos de investigação familiar. Aspectos cruciais do desenvolvimento: doenças, perdas, separação, divórcio, recasamento, drogas, adoção, etc. Histórico, evolução e escolas de psicoterapia familiar.

BIBLIOGRAFIA:

ARIÉS, P - Histórica Social da Criança e da Família. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara.,1981.

BERTAlANFLY, L.V. - Perspectivas en la Teoría General de Sistemas. Ed. Alianza, Madrid,1982.

CALIL, V. - Terapia Familiar e de Casal. Summus Editorial, São Paulo,1987.

CARNEIRO, T.- Família: Diagnóstico e Terapia. Zahar Editores, Rio de Janeiro,1983.

CARTER, B; Mc GOLDRICK, M. - As Mudanças no Ciclo de Vida Familiar. Artes Médicas, Porto Alegre, 1995.

FOLEY, V. - Introdução à Terapia Familiar. Artes Médicas, Porto Alegre, 1990.

POSTER, M. - Teoria Crítica da Família. Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1979.

SAMPAIO, D.; GAMEIRO, J. - Terapia Familiar. Ed. Afrontamento, Lisboa, 1985.

WATZLAWICK, P.; BEAVIN, J.; JACKSON, D. - Pragmática da Comunicação Humana. Ed. Cultrix, São Paulo, 1973.

TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO.

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86109

CARGA HORÁRIA: 45 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 03

PROFESSOR: DR. GENÁRIO ALVES BARBOSA

DEPARTAMENTO: MEDICINA INTERNA/CCS/UFPB.

Psicopatologia do desenvolvimento enfatizando as principais alterações psicopatológicas como: depressão, ansiedade, psicose, violência e alterações globais do desenvolvimento. Distúrbios do desenvolvimento: autismo infantil, deficiência mental, linguagem, fala e aprendizado, psicoses infantis e da adolescência, transtornos hipercinéticos, estresse pós-traumático e distúrbios de aprendizagem. Aspectos preventivos e curativos. Comorbidade.

BIBLIOGRAFIA:

BEICHMAR, H - Introdução ao Estudo das Perversões. Artes Médicas, Porto Alegre, 1991.

CZERMAK, M - Paixões do Objeto. Artes Médicas, Porto Alegre, 1991.

DOMENECH, E; POLAINO-LORENTE, A - Epidemiología de la depresión infantil. Expaxs, Barcelona, 1993.

ELLIS, N - Investigación en retraso mental. Panorama Internacional. 2 tomos. SIIS, Madrid,1981.

FRASER, W - Temas clave en invetigación del retraso mental. SIIS, Madrid, 1991.

GENTIL, V - Pânico, Fobias e Obsessões. Edusp, São Paulo, 1994.

LEWIS, M - Tratado de Psiquiatria da Infância e Adolescência. Artes Médicas, Porto Alegre, 1994.

LIPPI, JRS - Depressão na Infância. Anais de Simpósio, UFMG, Belo Horizonte, 1985.

MANNONI, M - A criança, sua doença e os outros. Editora Guanabara,1987.

MILLER, J - A Criança no Discurso Analítico. Zahar Editor, Rio de Janeiro,1991.

MORENO, RA.; MORENO, DH - Transtorno do Humor na Infância e na Adolescência. Em: Psiquiatria da infância e adolescência. Assumpção, FJ, Livraria Editora Santos, São Paulo, 1994.

OLLENDICK, H - Psicopatología infantil. Ed. Martinez Roca, Barcelona, 1990.

POLAINO-LORENTE, A- Las depresiones infantiles. Ed. Morata, Madris, 1989.

RODRÍGUEZ-SACRISTÁN, J - Psicopatología del niño y de la adolescencia, Publ. Univ. Sevilla, Sevilla, 1995.

SANTOS, CC - Dislexia Específica de Evolução. Sarvier, São Paulo, 1975.

SCHEERENBERGER, R - História del retraso mental. SIIS. Madrid, 1984.

SPINELLI, M - Introdução aos Distúrbios de Comunicação. Cortez e Moraes, São Paulo, 1979.

TAYLOR, E - El niño hiperactivo. Ed. Martinez Roca, Barcelona, 1992.

DESENVOLVIMENTO E SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86087

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02

PROFESSOR: DR. MURILO DUARTE.

DEPARTAMENTO: MEDICINA INTERNA/CCS/UFPB.

Aspectos do desenvolvimento em portadores de substâncias psicoativas. Conceitos fundamentais sobre dependência química (tolerância, dependência, síndrome de abstinência, farmacocinética, farmacodinâmica, neurotransmissores). Abordagem histórica e antropologia das drogas. O papel da família na formação do indivíduo. O conflito psíquico do adolescente usuário de drogas. Sociedade e consumo de drogas. Uso de droga da infância. Classificação e efeitos das substâncias psicoativas. Substâncias estimulantes. Substâncias depressoras. Substâncias perturbadoras. Aspectos legais do uso de S.P.A. Usuários de drogas injetáveis e AIDS. Modelos preventivos. Modelos terapêuticos. Estudos de casos clínicos.

BIBLIOGRAFIA:

BERGERET, J; LEBLANC, J. - Toxicomanias, uma visão multidisciplinar. Ed. Artes Médicas, Porto Alegre, 1991.

EDWARDS, G.; LADER, M. - A natureza da dependência de drogas. Ed.Artes Médicas, Porto Alegre, 1994.

OLIEVENSJEIN, C. - Les jeunes et la drogue. Inform. Psychiatrique, 50, 7, Paris,1994.

OLIEVENSJEIN, C. - La drogue. Ed. Universitária, Paris, 1980.

OLIVEIRA, J.A. - A fase adolescente e as motivações para o uso de drogas. Em: Prevenção ao uso indevido de drogas. Bucher, R.(org). Vol.I, Ed. UNB, 1989.

KAPLAN, H.I.; SADOCK, B.J. - Manual de Farmacologia Psiquiátrica. Ed.Artes Médicas, Porto Alegre, 1995.

KALINA, E.; GRYNHERG, H. - Aos pais de adolescentes. Ed. Francisco Alves, Rio de Janeiro, 1985.

SCHUCKIT, M. - Abuso de álcool e drogas. Ed. Artes Médicas, Porto Alegre, 1991.

WRIGHT, J. - The Psychology and Personality of Addicts. Adolescence,12,47,1977.

WINNICOTT, D.W. - A tendência anti-social. Em: Da pediatria à psicanálise. Ed. Francisco Alves, R.J., 1982.

NUTRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86117

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02

PROFESSOR: DR. JOÃO MODESTO FILHO.

DEPARTAMENTO: MEDICINA INTERNA.

Fatores determinantes do estado nutricional de uma população. Correlação hormonais. Disponibilidade de alimentos. Aspectos práticos da avaliação do estado nutricional. Valor nutricional de alimentos locais. Avaliação de carências nutricionais específicas. Consumo de alimentos. Informática em Nutrição, Crescimento e Desenvolvimento. Avaliação da Composição Corpórea. Requerimentos nutricionais em condições patológicas (diabetes, obesidade, osteoporose, cardiopatias, nefropatias, patologias digestivas, oncologia e hiperlipoproteinemias). Alterações patológicas nutrição versus desenvolvimento.

BIBLIOGRAFIA:

MARCONDES, E. - Crescimento normal e Deficiente. Sarvier. Momografia Médicas, Vol. I, 2ª ed., 1989.

HARRISON - Medicina Interna, Ed. Guanabara-Koogan, 1990.

FICHER, N -Nutrição Parenteral. Ed. Guanabara-Koogan, 1991.

CHAVES, N. - Nutrição Básica e aplicada. Ed. Guanabara-Koogan, 1990.

FRANCO, G. - Nutrição. Livraria Atheneu, 1993.

KATCH, J & MC ARDLE - Nutrição, controle de peso e exercício. Medsi. 1994.

MARCONDES, E. - Desnutrição. Sarvier. 1990.

KRAUSE & MAHAN - Alimentos, nutrição e dietoterapia. Rocca, 1993.

COUTINHO, R. - Noções de Fisiologia da Nutrição. 1993.

METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR.

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86125

CARGA HORÁRIA: 60 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 04

PROFESSOR: DR. LUÍS RODRIGUES.

DEPARTAMENTO: FUNDAMENTAÇÃO DA EDUCAÇÃO/CE/UFPB/

Metodologia do Ensino Superior. Conceituação. Semelhanças e diferenças em relação à Didática e à Tecnologia do Ensino. Relações entre Metodologia do Ensino e as Ciências de Fundamentação da Educação. Planos de Universidade, de curso, de disciplina e de aula. Avaliação de objetivos, atividades e estratégias de planos. Questões atuais sobre o ensino superior. Relações entre os trabalhos universitários de ensino, pesquisa e extensão. Produtividade do ensino superior e reprodução cultural. Qualidade e quantidade do ensino superior. Pedagogia tradicional versus pedagogia moderna. As determinações sociais na sociedade e na escola. Diretividade e não diretividade do ensino, suas relações com a autocracia e a anarquia. Relações entre trabalho, ensino e aprendizagem. Criatividade no ensino superior. Ensino e cidadania.

BIBLIOGRAFIA:

ABREU, M.C. & MASETO, M.T. - O Professor Universitário em aula. São Paulo, MG, 1983.

BORDENAVE, J.D. - Estratégias de Ensino-aprendizagem. São Paulo, Cortez, 1980.

CARNOY, M. - Educação, economia e Estado: base e superestrutura. São Paulo, Cortez, 1980.

CHAUÍ, M.H. - Cultura e democracia: o discurso competente e outras falas. São Paulo, MOPRAMA, 1980.

CHARLOT, B. - A mistificação pedagógica. Rio de Janeiro, Zahar, 1983.

GADOTTI, M. - Concepção dialética da educação. São Paulo, Cortez, 1983.

GRAMSCI, A. - Maquiavel, a Política e o Estado Moderno. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira, 1989.

ILLICH, I. - A sociedade sem escolas. Petrópolis. Vozes, 1975.

LIMA, B.B. - Ampla didática. Rio de Janeiro. UFF, 1984.

MANACORDA, M.A. - Marx y la pedagogía moderna. Barcelona. Livro Tau, 1979.

MIZUKAMI, M.G.N. - Ensino: as abordagens do processo. São Paulo. EPU,1986.

RIBEIRO, D.A. - A universidade necessária. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1975.

SUCHODOLSKI, B.A. - A pedagogia e as grandes correntes filosóficas. Lisboa. Livros Horizonte, 1984.

SEMINÁRIO DE TEMAS ATUAIS

CÓDIGO DA DISCIPLINA: 86133

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS.

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02

PROFESSOR: CONVIDADO.

Este seminário, de caráter optativo, dar-se-á quando da presença de professores convidados ou visitantes, que trabalhem com temas relacionados com área de concentração do curso de Mestrado. Será para atualização de novas teorias, métodos ou pesquisas desenvolvidas pelo ministrante.