{"id":1102,"date":"2026-08-31T11:32:03","date_gmt":"2026-08-31T14:32:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/?p=1102"},"modified":"2026-08-31T11:36:44","modified_gmt":"2026-08-31T14:36:44","slug":"um-olhar-alem-das-telas-exposicao-do-cia-ufpb-da-protagonismo-a-alunos-assistidos-pelo-comite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/sem-categoria\/um-olhar-alem-das-telas-exposicao-do-cia-ufpb-da-protagonismo-a-alunos-assistidos-pelo-comite\/","title":{"rendered":"Um olhar al\u00e9m das telas: exposi\u00e7\u00e3o do CIA\/UFPB d\u00e1 protagonismo a alunos assistidos pelo Comit\u00ea"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em alus\u00e3o ao <strong>M\u00eas da Luta da Pessoa com Defici\u00eancia<\/strong>, o Comit\u00ea de Inclus\u00e3o e Acessibilidade (CIA) da Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB) apresenta o projeto de exposi\u00e7\u00e3o de artes visuais <strong>\u201cUm olhar al\u00e9m das telas\u201d<\/strong>, com curadoria de Suzana Souza da Silva, que re\u00fane obras produzidas por alunos assistidos pelo Comit\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exposi\u00e7\u00e3o nasce como um espa\u00e7o de <strong>express\u00e3o, reflex\u00e3o e protagonismo<\/strong>. Por meio da arte, os estudantes manifestam diferentes experi\u00eancias, percep\u00e7\u00f5es e barreiras relacionadas \u00e0s quest\u00f5es que fazem parte do cotidiano das pessoas com defici\u00eancia ou transtorno. S\u00e3o produ\u00e7\u00f5es que revelam sentimentos, viv\u00eancias, rela\u00e7\u00f5es, desafios e diferentes maneiras de perceber e interpretar o mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pr\u00f3prio t\u00edtulo da exposi\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma reflex\u00e3o: <strong>\u201cUm olhar al\u00e9m das telas\u201d<\/strong> \u00e9 tamb\u00e9m um convite para olhar para as pessoas para al\u00e9m de sua condi\u00e7\u00e3o ou defici\u00eancia, reconhecendo-as em sua pluralidade, seus talentos, suas hist\u00f3rias e suas potencialidades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A proposta tamb\u00e9m amplia esse olhar para uma dimens\u00e3o que nem sempre recebe a devida aten\u00e7\u00e3o: <strong>a sa\u00fade mental das pessoas com defici\u00eancia<\/strong>. As barreiras sociais, o preconceito, o capacitismo, a falta de acessibilidade e as dificuldades de participa\u00e7\u00e3o podem atravessar diferentes aspectos da vida e tamb\u00e9m repercutir no bem-estar e na sa\u00fade mental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dados de um estudo realizado pela <strong>Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp)<\/strong>, a partir de informa\u00e7\u00f5es da Pesquisa Nacional de Sa\u00fade (PNS) de 2019, ajudam a dimensionar essa quest\u00e3o. Entre as pessoas com defici\u00eancia intelectual analisadas pela pesquisa, <strong>43,2% relataram pelo menos um transtorno mental<\/strong>, enquanto o \u00edndice foi de 13,7% entre as pessoas sem defici\u00eancia. O estudo tamb\u00e9m identificou, entre adultos de at\u00e9 59 anos, risco cerca de tr\u00eas vezes maior de depress\u00e3o e maior ocorr\u00eancia de outros transtornos mentais entre pessoas com defici\u00eancia intelectual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados refor\u00e7am a import\u00e2ncia de ampliar a discuss\u00e3o sobre a sa\u00fade mental das pessoas com defici\u00eancia para al\u00e9m do diagn\u00f3stico ou da condi\u00e7\u00e3o em si. \u00c9 necess\u00e1rio considerar tamb\u00e9m as barreiras encontradas no cotidiano, o acesso aos servi\u00e7os, o preconceito e as diferentes formas de exclus\u00e3o que podem afetar suas experi\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 nesse contexto que a exposi\u00e7\u00e3o <strong>\u201cUm olhar al\u00e9m das telas\u201d<\/strong> ganha um significado ainda mais amplo. As obras n\u00e3o apresentam uma \u00fanica narrativa sobre defici\u00eancia ou transtorno. Elas revelam diferentes experi\u00eancias e perspectivas, algumas relacionadas diretamente \u00e0 neurodiverg\u00eancia, \u00e0 defici\u00eancia, \u00e0 dor e \u00e0 sa\u00fade mental, enquanto outras expressam afetos, identidades, rela\u00e7\u00f5es, pertencimento e quest\u00f5es presentes na vida de cada artista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse sentido, a proposta coloca os alunos assistidos pelo CIA na condi\u00e7\u00e3o de <strong>protagonistas de uma exposi\u00e7\u00e3o de artes visuais<\/strong>, valorizando seus talentos e suas produ\u00e7\u00f5es e utilizando a arte como instrumento para estimular novos olhares sobre a defici\u00eancia, a neurodiverg\u00eancia, a sa\u00fade mental, o pertencimento e a inclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais do que apresentar obras, a exposi\u00e7\u00e3o busca provocar uma reflex\u00e3o na comunidade acad\u00eamica e na sociedade sobre as barreiras enfrentadas pelas pessoas com defici\u00eancia ou transtorno e sobre a necessidade de transformar a forma como essas pessoas s\u00e3o percebidas e acolhidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim, <strong>\u201cUm olhar al\u00e9m das telas\u201d<\/strong> prop\u00f5e que a comunidade acad\u00eamica n\u00e3o enxergue a pessoa apenas a partir de sua defici\u00eancia ou condi\u00e7\u00e3o, mas reconhe\u00e7a sua subjetividade, sua criatividade, seus sentimentos, seus talentos e sua capacidade de produzir e transformar o espa\u00e7o ao seu redor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exposi\u00e7\u00e3o torna-se, portanto, um espa\u00e7o de visibilidade e escuta, contribuindo para uma cultura mais acolhedora, inclusiva e acess\u00edvel e para o enfrentamento de pr\u00e1ticas capacitistas e de outras formas de preconceito.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Arte como espa\u00e7o de express\u00e3o e reflex\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As obras reunidas na exposi\u00e7\u00e3o apresentam diferentes t\u00e9cnicas, estilos, temas e experi\u00eancias. Cada produ\u00e7\u00e3o possui uma hist\u00f3ria particular e revela, a partir do olhar de seu autor, aspectos que muitas vezes permanecem invis\u00edveis no cotidiano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algumas obras partem diretamente de experi\u00eancias relacionadas \u00e0 defici\u00eancia, \u00e0 neurodiverg\u00eancia, \u00e0 dor ou \u00e0 sa\u00fade mental. Outras abordam sentimentos, rela\u00e7\u00f5es afetivas, identidade, pertencimento, liberdade e observa\u00e7\u00f5es sobre a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa diversidade \u00e9 parte fundamental da proposta. Ao reunir diferentes perspectivas em um mesmo espa\u00e7o, <strong>\u201cUm olhar al\u00e9m das telas\u201d<\/strong> demonstra que n\u00e3o existe uma \u00fanica experi\u00eancia de ser uma pessoa com defici\u00eancia ou transtorno, assim como n\u00e3o existe uma \u00fanica forma de expressar essas viv\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A arte torna-se, dessa maneira, uma possibilidade de comunica\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de novos significados, permitindo que experi\u00eancias individuais tamb\u00e9m contribuam para uma reflex\u00e3o coletiva.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Obras que revelam experi\u00eancias e diferentes formas de existir:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"607\" height=\"642\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/1-Aqueda-CP.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1106\" style=\"aspect-ratio:0.9455144032921811;width:740px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/1-Aqueda-CP.jpg 607w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/1-Aqueda-CP-284x300.jpg 284w\" sizes=\"auto, (max-width: 607px) 100vw, 607px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cA queda\u201d &#8211; Ana Gabriela do Vale Gomes<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Artes Visuais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cA queda\u201d<\/strong> aborda os atravessamentos e sentimentos vivenciados pela artista com defici\u00eancia m\u00faltipla em um mundo capacitista. A obra representa especificamente o sentimento de queda, associado \u00e0 necessidade de encontrar bases que ofere\u00e7am sustenta\u00e7\u00e3o, mas que nem sempre est\u00e3o dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/2-Coracao-de-Passaro-CP-1-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1108\" style=\"aspect-ratio:0.6669988374024248;width:740px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/2-Coracao-de-Passaro-CP-1-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/2-Coracao-de-Passaro-CP-1-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/2-Coracao-de-Passaro-CP-1-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/2-Coracao-de-Passaro-CP-1-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/2-Coracao-de-Passaro-CP-1.jpg 1100w\" sizes=\"auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cCora\u00e7\u00e3o de P\u00e1ssaro\u201d &#8211; Ana Gabriela do Vale Gomes<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Artes Visuais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cCora\u00e7\u00e3o de P\u00e1ssaro\u201d<\/strong> representa o encontro da artista com sua pr\u00f3pria experi\u00eancia enquanto pessoa com defici\u00eancia. O cora\u00e7\u00e3o de p\u00e1ssaro, anatomicamente semelhante ao humano, mas caracterizado por seus batimentos acelerados, estabelece uma rela\u00e7\u00e3o com uma das condi\u00e7\u00f5es que afetam a artista como pessoa com doen\u00e7a rara. As veias que partem do cora\u00e7\u00e3o e chegam ao ch\u00e3o simbolizam a conex\u00e3o com outras pessoas raras e pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"969\" height=\"725\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/3-Cabeca-de-Bagre-CP-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1110\" style=\"aspect-ratio:1.3365693966247107\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/3-Cabeca-de-Bagre-CP-1.jpg 969w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/3-Cabeca-de-Bagre-CP-1-300x224.jpg 300w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/3-Cabeca-de-Bagre-CP-1-768x575.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 969px) 100vw, 969px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cCabe\u00e7a de Bagre\u201d &#8211; Oliver Ethyleen Almeida Costa<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Artes Visuais &#8211; Bacharelado<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gravura <strong>\u201cCabe\u00e7a de Bagre\u201d<\/strong> faz parte de uma s\u00e9rie de trabalhos que analisa o uso do termo como xingamento. A obra nasce de experi\u00eancias de preconceito, julgamentos e incompreens\u00e3o vivenciadas pela artista enquanto pessoa trans e autista. As situa\u00e7\u00f5es relatadas na motiva\u00e7\u00e3o da obra s\u00e3o transformadas em uma reflex\u00e3o sobre os efeitos da press\u00e3o e dos r\u00f3tulos impostos por outras pessoas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"491\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/4-Encaixe-CP.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1111\" style=\"aspect-ratio:0.9212460623031151;width:740px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/4-Encaixe-CP.png 491w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/4-Encaixe-CP-276x300.png 276w\" sizes=\"auto, (max-width: 491px) 100vw, 491px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cEncaixe\u201d &#8211; Alice Rossi Gomes<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Terapia Ocupacional<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em <strong>\u201cEncaixe\u201d<\/strong>, a artista utiliza a ideia do quebra-cabe\u00e7a para representar a complexidade dos seres humanos. A obra questiona a ideia de que pessoas consideradas at\u00edpicas seriam indiv\u00edduos com alguma \u201cpe\u00e7a errada\u201d por n\u00e3o se enquadrarem nos padr\u00f5es sociais. Para a artista, a exist\u00eancia de uma pe\u00e7a diferente n\u00e3o diminui a capacidade de uma pessoa: apenas evidencia sua singularidade.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"526\" height=\"1016\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/5-Espectro-e-arte-CP.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1113\" style=\"aspect-ratio:0.5177280550774527;width:740px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/5-Espectro-e-arte-CP.jpg 526w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/5-Espectro-e-arte-CP-155x300.jpg 155w\" sizes=\"auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cEspectro e arte\u201d &#8211; Alice Rossi Gomes<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Terapia Ocupacional<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Produzida durante uma sess\u00e3o de terapia, <strong>\u201cEspectro e arte\u201d<\/strong> aborda a rela\u00e7\u00e3o da artista com o espectro e com seu hiperfoco em artes visuais. A produ\u00e7\u00e3o representa uma aproxima\u00e7\u00e3o com o universo art\u00edstico e uma reflex\u00e3o sobre como, apesar das diferen\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas neurot\u00edpicas, \u00e9 poss\u00edvel produzir, participar e encontrar pertencimento nesse espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"590\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/6-Creep-590x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1114\" style=\"aspect-ratio:0.5761848139969424;width:572px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/6-Creep-590x1024.jpg 590w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/6-Creep-173x300.jpg 173w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/6-Creep-768x1333.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/6-Creep-885x1536.jpg 885w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/6-Creep.jpg 1152w\" sizes=\"auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cCreep\u201d &#8211; Tarc\u00edsio Victor Alves Silva<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Comunica\u00e7\u00e3o em M\u00eddias Digitais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cCreep\u201d<\/strong> aborda a sensa\u00e7\u00e3o de ser diferente e de n\u00e3o pertencer aos padr\u00f5es estabelecidos. A figura representada, um homem com escoliose, expressa por meio de sua postura a dor f\u00edsica e emocional relacionada ao sentimento constante de inadequa\u00e7\u00e3o. A obra tamb\u00e9m estabelece uma rela\u00e7\u00e3o entre essa percep\u00e7\u00e3o de n\u00e3o pertencimento e sintomas de depress\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"519\" height=\"744\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/7-Corpo-dolorido-Coracao-remendado-Mente-infinita-CP.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1115\" style=\"aspect-ratio:0.6976011206443705;width:705px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/7-Corpo-dolorido-Coracao-remendado-Mente-infinita-CP.png 519w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/7-Corpo-dolorido-Coracao-remendado-Mente-infinita-CP-209x300.png 209w\" sizes=\"auto, (max-width: 519px) 100vw, 519px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cCorpo dolorido, Cora\u00e7\u00e3o remendado, Mente infinita\u201d &#8211; Jana\u00edna de F\u00e1tima de Oliveira Lima Bezerra<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Artes Visuais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na obra <strong>\u201cCorpo dolorido, Cora\u00e7\u00e3o remendado, Mente infinita\u201d<\/strong>, a autora busca representar sua experi\u00eancia enquanto pessoa neurodivergente e com dor cr\u00f4nica. A produ\u00e7\u00e3o expressa a sensa\u00e7\u00e3o de, em determinados momentos, estar paralisada dentro do pr\u00f3prio corpo, enquanto a mente permanece em constante movimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra apresenta, assim, uma experi\u00eancia marcada pelo contraste entre um corpo que sente e imp\u00f5e limites e uma mente que n\u00e3o para, transformando em express\u00e3o art\u00edstica uma viv\u00eancia que atravessa o cotidiano da artista.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"725\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/8-Auto-Poda-725x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1117\" style=\"aspect-ratio:0.7080260303687635;width:740px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/8-Auto-Poda-725x1024.jpg 725w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/8-Auto-Poda-212x300.jpg 212w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/8-Auto-Poda-768x1085.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/8-Auto-Poda-1087x1536.jpg 1087w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/8-Auto-Poda.jpg 1415w\" sizes=\"auto, (max-width: 725px) 100vw, 725px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cAuto-poda\u201d &#8211; Kal Yoga<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Mestrado em Artes Visuais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A aquarela <strong>\u201cAutopoda\u201d<\/strong> apresenta uma reflex\u00e3o marcada pela rela\u00e7\u00e3o da artista consigo mesma, com sua ancestralidade e com a experi\u00eancia do TDAH. A obra utiliza a met\u00e1fora da poda para representar conflitos internos, d\u00favidas, cobran\u00e7as e a tentativa de encontrar espa\u00e7o e pertencimento no pr\u00f3prio corpo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/9-Mulher-Alegria-Chora-no-Vasto-Oceano-724x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1118\" style=\"aspect-ratio:0.7070624915277213;width:588px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/9-Mulher-Alegria-Chora-no-Vasto-Oceano-724x1024.jpg 724w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/9-Mulher-Alegria-Chora-no-Vasto-Oceano-212x300.jpg 212w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/9-Mulher-Alegria-Chora-no-Vasto-Oceano-768x1086.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/9-Mulher-Alegria-Chora-no-Vasto-Oceano-1087x1536.jpg 1087w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/9-Mulher-Alegria-Chora-no-Vasto-Oceano.jpg 1250w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cMulher Alegria Chora no Vasto Oceano\u201d &#8211; Luisa Maria da Silva Torres<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Licenciatura em Artes Visuais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cMulher Alegria Chora no Vasto Oceano\u201d<\/strong> nasceu de uma experi\u00eancia pessoal marcada pelo per\u00edodo da pandemia, por momentos de sofrimento emocional e por dificuldades de expressar em palavras aquilo que a artista sentia. Nesse contexto, a pintura tornou-se uma forma de express\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra contrap\u00f5e diferentes dimens\u00f5es da identidade da artista: os cabelos volumosos e coloridos representam sua personalidade alegre e criativa, enquanto o momento retratado expressa profunda tristeza. A pintura, assim, transforma em imagem sentimentos que naquele per\u00edodo eram dif\u00edceis de verbalizar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"780\" height=\"613\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/10-O-Circo-do-Cotidiano-da-Busca-pela-Felicidade.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1120\" style=\"aspect-ratio:1.2724341751746373\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/10-O-Circo-do-Cotidiano-da-Busca-pela-Felicidade.png 780w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/10-O-Circo-do-Cotidiano-da-Busca-pela-Felicidade-300x236.png 300w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/10-O-Circo-do-Cotidiano-da-Busca-pela-Felicidade-768x604.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cO circo do cotidiano da busca pela felicidade\u201d &#8211; Silvando Bezerra da Silva<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Enfermagem<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra representa o contraste entre a tristeza profunda e o chamado \u201csorriso funcional\u201d. O palha\u00e7o, com cabelos coloridos e express\u00e3o triste, simboliza uma sociedade na qual as pessoas continuam desempenhando suas fun\u00e7\u00f5es e demonstrando energia mesmo quando enfrentam desmotiva\u00e7\u00e3o, cansa\u00e7o e vazio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por meio dessa representa\u00e7\u00e3o, o artista aborda a press\u00e3o para aparentar felicidade e a import\u00e2ncia de reconhecer e lidar com sentimentos como tristeza e fracasso.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"515\" height=\"509\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/12-Charlotte-CP.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1121\" style=\"aspect-ratio:1.0118080891294967;width:740px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/12-Charlotte-CP.png 515w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/12-Charlotte-CP-300x297.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 515px) 100vw, 515px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cCharlotte\u201d &#8211; Maria Luiza Concei\u00e7\u00e3o Martins<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Biomedicina<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u201cCharlotte\u201d<\/strong> foi criada em homenagem ao primeiro ano de vida da cachorrinha de suporte emocional da artista. A obra utiliza as patinhas do animal como carimbo e tinta guache rosa, unindo duas dimens\u00f5es importantes para a artista: a express\u00e3o art\u00edstica e sua rela\u00e7\u00e3o afetiva com Charlotte.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"705\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/20-Nascer-SertaoCP-1024x705.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1128\" style=\"aspect-ratio:1.4525379543014876\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/20-Nascer-SertaoCP-1024x705.jpg 1024w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/20-Nascer-SertaoCP-300x207.jpg 300w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/20-Nascer-SertaoCP-768x529.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/20-Nascer-SertaoCP.jpg 1229w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cNascer Sert\u00e3o\u201d &#8211; Maria da Guia Nunes Rufino<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> T\u00e9cnico em Enfermagem<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cNascer Sert\u00e3o\u201d<\/strong> apresenta como motiva\u00e7\u00e3o a ideia de nascimento e crescimento associada a uma planta, estabelecendo uma rela\u00e7\u00e3o entre o processo de nascer e o desenvolvimento da vida.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"367\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/14-O-Gato-e-o-Abacate-CP-367x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1123\" style=\"aspect-ratio:0.35840855901036445;width:365px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/14-O-Gato-e-o-Abacate-CP-367x1024.jpg 367w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/14-O-Gato-e-o-Abacate-CP-107x300.jpg 107w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/14-O-Gato-e-o-Abacate-CP-550x1536.jpg 550w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/14-O-Gato-e-o-Abacate-CP.jpg 588w\" sizes=\"auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cO Gato e o Abacate\u201d &#8211; Artur Gomes Coelho Silva<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Psicologia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cO Gato e o Abacate\u201d<\/strong> foi criada como uma forma de expressar preocupa\u00e7\u00e3o e carinho por uma pessoa que estava passando por dificuldades e que, segundo o artista, n\u00e3o tinha apoio.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"517\" height=\"740\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/15-Deusa-do-Pantano-CP.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1124\" style=\"aspect-ratio:0.6986631937794461;width:703px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/15-Deusa-do-Pantano-CP.png 517w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/15-Deusa-do-Pantano-CP-210x300.png 210w\" sizes=\"auto, (max-width: 517px) 100vw, 517px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cDeusa do P\u00e2ntano\u201d &#8211; La\u00edsa Vit\u00f3ria Silva das Flores<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Filosofia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de meses sem desenhar ou pintar, a artista encontrou inspira\u00e7\u00e3o em uma obra publicada nas redes sociais. A partir de uma proposta de colabora\u00e7\u00e3o, desenvolveu sua pr\u00f3pria vers\u00e3o, utilizando a pintura e a cria\u00e7\u00e3o de um fundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A escolha das cores tamb\u00e9m representa uma forma de romper com a padroniza\u00e7\u00e3o est\u00e9tica percebida pela artista na m\u00eddia, destacando sua prefer\u00eancia pelo verde.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/16-Sem-titulo-724x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1125\" style=\"aspect-ratio:0.707037643207856;width:672px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/16-Sem-titulo-724x1024.jpg 724w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/16-Sem-titulo-212x300.jpg 212w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/16-Sem-titulo-768x1086.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/16-Sem-titulo-1087x1536.jpg 1087w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/16-Sem-titulo.jpg 1240w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cSem t\u00edtulo\u201d &#8211; La\u00edsa Vit\u00f3ria Silva das Flores<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Filosofia<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/18-Vampinguim-724x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1126\" style=\"aspect-ratio:0.7070499016945979;width:705px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/18-Vampinguim-724x1024.jpg 724w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/18-Vampinguim-212x300.jpg 212w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/18-Vampinguim-768x1086.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/18-Vampinguim-1087x1536.jpg 1087w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/18-Vampinguim.jpg 1240w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cVampinguim\u201d &#8211; La\u00edsa Vit\u00f3ria Silva das Flores<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Filosofia<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"695\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/19-Amarelo-Banana-CP-695x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1127\" style=\"aspect-ratio:0.6787242085994548;width:564px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/19-Amarelo-Banana-CP-695x1024.jpg 695w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/19-Amarelo-Banana-CP-203x300.jpg 203w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/19-Amarelo-Banana-CP-768x1132.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/19-Amarelo-Banana-CP.jpg 780w\" sizes=\"auto, (max-width: 695px) 100vw, 695px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cAmarelo Banana\u201d &#8211; Noberta Doia Guedes<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Artes Visuais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cAmarelo Banana\u201d<\/strong> prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre a sociedade na era digital. A artista aborda a forma como as pessoas constroem personagens nas redes sociais e apresentam vers\u00f5es de si mesmas que podem ser diferentes de suas atitudes na vida cotidiana.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"946\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/13-Fases-da-Lua-CP-1024x946.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1122\" style=\"aspect-ratio:1.0824648016090692\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/13-Fases-da-Lua-CP-1024x946.jpg 1024w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/13-Fases-da-Lua-CP-300x277.jpg 300w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/13-Fases-da-Lua-CP-768x709.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/13-Fases-da-Lua-CP.jpg 1413w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cFases da Lua\u201d &#8211; Michelle da Silva Bispo<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Psicologia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cFases da Lua\u201d<\/strong> surgiu do desejo da artista de transformar seu quarto em um ambiente que tivesse maior identifica\u00e7\u00e3o com ela e no qual pudesse se sentir pertencente. Produzida a partir de telas antigas e tinta, a obra tamb\u00e9m recupera mem\u00f3rias relacionadas ao sonho de inf\u00e2ncia de ser astronauta e \u00e0 simbologia da lua e das estrelas em sua trajet\u00f3ria pessoal.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/21-Veus-de-Ambar-724x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1129\" style=\"aspect-ratio:0.707037643207856;width:621px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/21-Veus-de-Ambar-724x1024.jpg 724w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/21-Veus-de-Ambar-212x300.jpg 212w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/21-Veus-de-Ambar-768x1086.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/21-Veus-de-Ambar-1086x1536.jpg 1086w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/21-Veus-de-Ambar.jpg 1414w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cV\u00e9us de \u00c2mbar\u201d &#8211; Let\u00edcia da Silva Soares<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Arquitetura e Urbanismo<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u201cV\u00e9us de \u00c2mbar\u201d<\/strong> nasceu inicialmente inspirada em um recife de corais, mas o processo criativo foi transformado pela disponibilidade de materiais. A artista optou por trabalhar principalmente com tons de marrom, branco e dourado, dando \u00e0 obra um aspecto solar e vibrante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Produzida com arame, p\u00e9rolas, pedras e correntes de bijuteria, cola e papel celofane, a escultura re\u00fane refer\u00eancias \u00e0s constru\u00e7\u00f5es futuristas, ao p\u00f4r do sol, \u00e0s cores dourado, marrom e laranja e \u00e0 delicadeza das formas femininas. A produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m representa a experimenta\u00e7\u00e3o da artista com as artes pl\u00e1sticas e a possibilidade de unir experi\u00eancias anteriores com novos interesses.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"744\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/22-Liberdade-1024x744.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1130\" style=\"aspect-ratio:1.3763840855590108\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/22-Liberdade-1024x744.jpg 1024w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/22-Liberdade-300x218.jpg 300w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/22-Liberdade-768x558.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/22-Liberdade.jpg 1474w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cLiberdade\u201d &#8211; Beatriz Cardoso Pires Ferreira<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Letras Cl\u00e1ssicas (Grego e Latim)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em <strong>\u201cLiberdade\u201d<\/strong>, a artista representa o sentimento de liberdade experimentado quando uma mulher pode estar sozinha, sem a presen\u00e7a de outras pessoas para julg\u00e1-la ou pression\u00e1-la. A obra transforma uma experi\u00eancia subjetiva em uma reflex\u00e3o sobre autonomia e liberdade.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"727\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/23-Gosta-de-ouvir-historias-CP-727x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1131\" style=\"aspect-ratio:0.7099713176986672;width:740px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/23-Gosta-de-ouvir-historias-CP-727x1024.jpg 727w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/23-Gosta-de-ouvir-historias-CP-213x300.jpg 213w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/23-Gosta-de-ouvir-historias-CP-768x1081.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/23-Gosta-de-ouvir-historias-CP.jpg 929w\" sizes=\"auto, (max-width: 727px) 100vw, 727px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cGosta de ouvir hist\u00f3rias?\u201d &#8211; K\u00e1tia de Sousa Diniz<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Ci\u00eancias das Religi\u00f5es<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cGosta de ouvir hist\u00f3rias?\u201d<\/strong> parte das experi\u00eancias da pr\u00f3pria artista, relacionadas \u00e0s suas dores e aos prazeres de viver consigo mesma e em sociedade. A produ\u00e7\u00e3o convida, a partir de seu pr\u00f3prio t\u00edtulo, \u00e0 escuta das hist\u00f3rias e experi\u00eancias que cada pessoa carrega.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/99-17-Thiago-meu-amiguinho.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1132\" style=\"aspect-ratio:0.7500079181579198;width:521px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/99-17-Thiago-meu-amiguinho.jpg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/236\/2026\/08\/99-17-Thiago-meu-amiguinho-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cThiago, meu amiguinho\u201d &#8211; La\u00edsa Vit\u00f3ria Silva das Flores<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Curso:<\/strong> Filosofia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra <strong>\u201cThiago, meu amiguinho\u201d<\/strong> foi criada com uma motiva\u00e7\u00e3o simples e afetiva: a vontade da artista de presentear um amigo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Um convite para olhar al\u00e9m das tela<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao reunir produ\u00e7\u00f5es de diferentes cursos, t\u00e9cnicas, estilos e experi\u00eancias, <strong>\u201cUm olhar al\u00e9m das telas\u201d<\/strong> busca colocar os alunos assistidos pelo CIA no centro de uma experi\u00eancia art\u00edstica, reconhecendo seus talentos e dando visibilidade \u00e0s suas diferentes formas de express\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se apresenta como uma oportunidade para que a comunidade acad\u00eamica reflita sobre as barreiras enfrentadas pelas pessoas com defici\u00eancia ou transtorno e sobre a necessidade de transformar os modos de conviv\u00eancia e acolhimento dentro da Universidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os resultados esperados pelo projeto est\u00e3o a sensibiliza\u00e7\u00e3o da comunidade acad\u00eamica para uma mudan\u00e7a cultural no olhar sobre a pessoa com defici\u00eancia ou transtorno, a contribui\u00e7\u00e3o para a diminui\u00e7\u00e3o do capacitismo e do bullying e o fortalecimento da inclus\u00e3o e da acessibilidade dentro e fora da Universidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse sentido, a exposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o pretende apenas mostrar obras. Ela busca provocar perguntas: <strong>Como enxergamos as pessoas com defici\u00eancia? O que deixamos de perceber quando reduzimos algu\u00e9m \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o? Quais barreiras ainda precisam ser enfrentadas? E o que podemos transformar a partir de novos olhares?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao colocar os estudantes como protagonistas, <strong>\u201cUm olhar al\u00e9m das telas\u201d<\/strong> reafirma que inclus\u00e3o tamb\u00e9m significa garantir espa\u00e7os de express\u00e3o, participa\u00e7\u00e3o, reconhecimento e pertencimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em alus\u00e3o ao <strong>M\u00eas da Luta da Pessoa com Defici\u00eancia<\/strong>, o CIA\/UFPB convida a comunidade acad\u00eamica a conhecer essas produ\u00e7\u00f5es e, principalmente, a olhar para al\u00e9m das telas, das condi\u00e7\u00f5es e dos estere\u00f3tipos, reconhecendo em cada pessoa, uma hist\u00f3ria, uma identidade, um talento e diferentes possibilidades de existir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Olhar al\u00e9m \u00e9 incluir. \u00c9 reconhecer. \u00c9 dar espa\u00e7o para que cada pessoa possa ser protagonista da pr\u00f3pria hist\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>N\u00e3o esque\u00e7am de deixar seu recado ou elogio aos artistas da exposi\u00e7\u00e3o nos coment\u00e1rios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em alus\u00e3o ao M\u00eas da Luta da Pessoa com Defici\u00eancia, o Comit\u00ea de Inclus\u00e3o e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":458,"featured_media":1140,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1102","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1102","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/458"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1102"}],"version-history":[{"count":18,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1102\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1149,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1102\/revisions\/1149"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1140"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1102"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1102"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/cia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1102"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}