{"id":1287,"date":"2026-02-10T10:07:42","date_gmt":"2026-02-10T13:07:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/?p=1287"},"modified":"2026-02-10T10:11:39","modified_gmt":"2026-02-10T13:11:39","slug":"pesquisadores-da-ufpb-criam-barra-alimenticia-mais-barata-e-com-mais-proteina-que-as-industrializadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/sem-categoria\/pesquisadores-da-ufpb-criam-barra-alimenticia-mais-barata-e-com-mais-proteina-que-as-industrializadas\/","title":{"rendered":"Pesquisadores da UFPB criam barra aliment\u00edcia mais barata e com mais prote\u00edna que as industrializadas"},"content":{"rendered":"\n<p>Iniciativa inovadora gerou pedido de patente junto ao INPI<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"http:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202610-1024x576-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1281\" style=\"width:702px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202610-1024x576-1.jpg 1024w, https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202610-1024x576-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202610-1024x576-1-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Pesquisadores da Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB) criaram uma barra aliment\u00edcia com tr\u00eas vezes mais prote\u00edna que a m\u00e9dia das barras industrializadas e que custa em torno de um quarto do pre\u00e7o delas. E tudo atrav\u00e9s de um processo de produ\u00e7\u00e3o simples, barato e reproduz\u00edvel em pequena e larga escala, no qual o resultado final \u00e9 um alimento que n\u00e3o se enquadra na categoria de ultraprocessados. Os ingredientes que comp\u00f5em o alimento s\u00e3o quatro: melado de cana, aveia integral em flocos, amendoim torrado sem sal e leite integral em p\u00f3.<\/p>\n\n\n\n<p>O produto foi desenvolvido a partir de um Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso (TCC) no curso de Engenharia de Alimentos e teve in\u00edcio a partir de uma ideia do professor Ian N\u00f3brega, que vinha desde 2021 pensando em desenvolver um alimento compacto com alta densidade energ\u00e9tica\/nutricional e que pudesse ser distribu\u00eddo para pessoas em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social sem riscos de deteriora\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que barras aliment\u00edcias tem boa durabilidade e n\u00e3o estragam com facilidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Ian N\u00f3brega , a barra aliment\u00edcia passou por alguns testes de degusta\u00e7\u00e3o, tendo tido boa aceita\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao sabor. A inven\u00e7\u00e3o rendeu um &nbsp;<a href=\"https:\/\/busca.inpi.gov.br\/pePI\/servlet\/PatenteServletController?Action=detail&amp;CodPedido=1744049&amp;SearchParameter=IAN%20CARNEIRO%20%20%20%20%20%20&amp;Resumo=&amp;Titulo=\">pedido de patente<\/a> da UFPB junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), atrav\u00e9s da Ag\u00eancia UFPB de Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (INOVA). Al\u00e9m de N\u00f3brega , que liderou o processo, e da autora do TCC, Priscila Guilhen, integram tamb\u00e9m o pedido de patente a professora Solange Sousa, do Departamento de Gest\u00e3o e Tecnologia Agroindustrial, no campus III da UFPB, coorientadora do TCC, e o professor Gilsandro Costa, colega de Ian N\u00f3brega no Departamento de Engenharia dos Alimentos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na entrevista abaixo, N\u00f3brega fala sobre o processo de desenvolvimento do novo alimento, al\u00e9m de explorar as caracter\u00edsticas e os diferenciais do produto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1. Como surgiu a ideia da pesquisa? Em que contexto o produto foi desenvolvido?<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia surgiu quando conheci, por volta de 2021, o trabalho desenvolvido pela Comunidade Filhos da Miseric\u00f3rdia, localizada em Jo\u00e3o Pessoa, que, entre v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es filantr\u00f3picas, distribui \u201cquentinhas\u201d para pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua. Como engenheiro de alimentos, pensei que seria interessante desenvolver um alimento compacto, est\u00e1vel (isto \u00e9, que n\u00e3o deteriora facilmente), com alta densidade energ\u00e9tica\/nutricional e que pudesse ser distribu\u00eddo para essas pessoas, sem riscos de deteriora\u00e7\u00e3o, em um poss\u00edvel trabalho de extens\u00e3o na UFPB. Ent\u00e3o, comecei a testar, na cozinha da minha casa, algumas formula\u00e7\u00f5es para uma barra de cereal utilizando os ingredientes aveia integral em flocos, amendoim torrado, leite em p\u00f3 integral e melado de cana (mel de engenho), quando encontrei uma boa formula\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando no in\u00edcio de 2022 uma graduanda de engenharia de alimentos (Priscila Guilhen) me procurou para eu orient\u00e1-la no trabalho de conclus\u00e3o de curso (TCC), achei que era a oportunidade que precisava para desenvolver melhor a ideia da barra. Ent\u00e3o, em meados de 2022, sob minha orienta\u00e7\u00e3o, ela come\u00e7ou a trabalhar e testar, em uma escala um pouco maior, algumas formula\u00e7\u00f5es e processos no meu laborat\u00f3rio da UFPB, vinculado ao Departamento de Engenharia de Alimentos (DEA). Em junho de 2023 ela defendeu, com aprova\u00e7\u00e3o,&nbsp; o TCC intitulado \u201cdesenvolvimento de uma barra de cereais, fonte de prote\u00ednas e de baixo custo, destinada prioritariamente \u00e0 popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a alimentar\u201d, que serviu de base para a patente.<\/p>\n\n\n\n<p>2. O que motivou a escolha desses 4 ingredientes?<\/p>\n\n\n\n<p>Prote\u00ednas s\u00e3o macronutrientes essenciais na nutri\u00e7\u00e3o humana que desempenham fun\u00e7\u00f5es importantes, em especial a estrutural (faz parte de tecidos de \u00f3rg\u00e3os, m\u00fasculos, cabelo, pele, unhas, tend\u00f5es, etc), a enzim\u00e1tica e a hormonal. Por esse motivo, desde o in\u00edcio, eu queria uma barra formulada que pudesse usar a alega\u00e7\u00e3o \u201cfonte de prote\u00ednas\u201d. Segundo a Instru\u00e7\u00e3o Normativa 75\/2020, da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA), se o consumo da por\u00e7\u00e3o\/embalagem individual de um alimento fornece um valor igual ou maior que cinco gramas de prote\u00edna, o alimento pode receber tal alega\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso em mente, escolhemos ingredientes naturalmente ricos em prote\u00ednas, de sabor agrad\u00e1vel e que tivessem valores de compra acess\u00edveis. Com exce\u00e7\u00e3o do melado de cana, todos os ingredientes escolhidos para a barra t\u00eam um teor alto ou relativamente alto de prote\u00ednas, a saber: amendoim torrado (27%), leite em p\u00f3 integral (26%) e aveia integral em flocos (16%). O melado de cana (mel de engenho) foi escolhido por dois motivos: ele \u00e9 um \u00f3timo agente ligante (une bem os ingredientes) e \u00e9 muito apreciado na culin\u00e1ria brasileira (em especial a nordestina) pelo seu sabor marcante.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"http:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202611-1024x576-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1282\" style=\"width:716px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202611-1024x576-1.jpg 1024w, https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202611-1024x576-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202611-1024x576-1-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Ressalta-se que o uso do leite em p\u00f3 tamb\u00e9m foi motivado pelo fato dele ser uma excelente fonte de c\u00e1lcio, um micronutriente essencial que desempenha diversas fun\u00e7\u00f5es importantes no corpo humano (por exemplo, na manuten\u00e7\u00e3o de dentes e ossos, na coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea e no funcionamento de nervos e m\u00fasculos).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O teor de prote\u00edna final na nossa barra final ficou em 14%, o que est\u00e1 bem acima das barras de cereais comuns com caracter\u00edsticas similares (sabor de castanhas\/amendoim), que normalmente cont\u00eam entre 5 e 6% de prote\u00edna. O consumo de uma por\u00e7\u00e3o individual de nossa barra (peso: 39 g;&nbsp; dimens\u00f5es: 8 cm de comprimento x 3,5 cm de largura x 1cm espessura) fornece 5,6 gramas de prote\u00edna e, portanto, ela pode usar a alega\u00e7\u00e3o \u201cfonte de prote\u00ednas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>3. Na descri\u00e7\u00e3o do pedido de patente, \u00e9 dito que a barra tem um custo mais baixo que o das produzidas industrialmente. Qual \u00e9 o custo de produ\u00e7\u00e3o da barra desenvolvida pela UFPB, em compara\u00e7\u00e3o com a industrial?<\/p>\n\n\n\n<p>No referido trabalho de TCC de 2022\/2023 que deu origem \u00e0 patente, estimamos que o custo de produ\u00e7\u00e3o de cada barra de 39 gramas j\u00e1 embalada era de R$ 0,85, o que estava bem abaixo do pre\u00e7o de venda de uma barra de cereais comum similar (sabor de castanhas\/amendoim), de 30 gramas, no com\u00e9rcio de Jo\u00e3o Pessoa (em torno de R$ 3,50 cada), ressaltando que a nossa barra tinha mais de duas vezes o teor de prote\u00ednas dessas barras comuns dispon\u00edveis no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>4. \u00c9 vi\u00e1vel a produ\u00e7\u00e3o dessas barras em larga escala? A universidade j\u00e1 entrou em contato com eventuais interessados na comercializa\u00e7\u00e3o?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sim, \u00e9 vi\u00e1vel tanto em larga escala como em micro\/pequena escala, justamente por termos concebido um processo de produ\u00e7\u00e3o simples, de pouca demanda de energia (g\u00e1s e eletricidade) e sem necessidade do uso de equipamentos complexos. Quanto \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o da patente, entramos em contato com uma ind\u00fastria de alimentos de m\u00e9dio\/grande porte localizada em Jo\u00e3o Pessoa em 2023. A diretora gostou da patente e disse que iria avaliar com outros profissionais da empresa, por\u00e9m, at\u00e9 o momento, a comercializa\u00e7\u00e3o da patente, que se saiba, n\u00e3o foi efetivada.<\/p>\n\n\n\n<p>5. Por fim, a descri\u00e7\u00e3o do produto diz que ele tem sabores e texturas diferenciados. Foram feitos testes de degusta\u00e7\u00e3o? Se sim, o que as pessoas comentaram sobre o gosto da barra?<\/p>\n\n\n\n<p>Embora esses dados n\u00e3o constem na patente, um teste preliminar sensorial (degusta\u00e7\u00e3o) foi conduzido pela professora Solange de Souza, do campus III da UFPB, em Bananeiras. Em suma, o teste sensorial foi conduzido com 47 provadores utilizando uma escala de nove pontos (1 a 9, sendo 1 = desgostei extremamente e 9 = gostei extremamente). Os resultados de degusta\u00e7\u00e3o da barra mostraram-se amplamente favor\u00e1veis:&nbsp; 32% dos provadores escolheram a nota 9 (gostei extremamente), 38% a nota 8 (gostei muito), 25% a nota 7 (gostei moderadamente) e nenhuma nota abaixo de 6 (gostei ligeiramente) foi verificada. Por fim, foi conduzida uma avalia\u00e7\u00e3o de inten\u00e7\u00e3o de compra utilizando uma escala de 1 a 3 e os resultados foram tamb\u00e9m bastante favor\u00e1veis:&nbsp; 83% dos provadores responderam 1 (\u201ccompraria\u201d), 15% responderam 2 (talvez compraria) e apenas 2% responderam 3 (n\u00e3o compraria).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1016\" height=\"1024\" src=\"http:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202612-1016x1024-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1283\" style=\"aspect-ratio:0.9922064862146988;width:557px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202612-1016x1024-1.png 1016w, https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202612-1016x1024-1-298x300.png 298w, https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202612-1016x1024-1-150x150.png 150w, https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/285\/2026\/02\/0602202612-1016x1024-1-768x774.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1016px) 100vw, 1016px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>6.Gostaria de acrescentar alguma outra informa\u00e7\u00e3o relevante sobre a patente?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Gostaria de ressaltar que, pelos ingredientes utilizados, inclusive sem a presen\u00e7a de qualquer aditivo (corantes, aromatizantes, conservantes, emulsificantes, etc), a barra que patenteamos n\u00e3o se enquadra na categoria \u201cultraprocessada\u201d de alimentos. A maioria das barras de cereais dispon\u00edveis no mercado se enquadra como ultraprocessada. Lembro que, de acordo com o \u00faltimo Guia Alimentar da Popula\u00e7\u00e3o Brasileira, do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, deve-se evitar o consumo de alimentos ultraprocessados.<\/p>\n\n\n\n<p>Texto: Hugo Bispo<br>Fotos: Acervo Pessoal de Ian N\u00f3brega&nbsp;<br>Ascom\/UFPB<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Iniciativa inovadora gerou pedido de patente junto ao INPI Pesquisadores da Universidade Federal da Para\u00edba [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":453,"featured_media":1281,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4,1],"tags":[],"class_list":["post-1287","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-patentes","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1287","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/users\/453"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1287"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1287\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1289,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1287\/revisions\/1289"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1281"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1287"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1287"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/inova\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1287"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}