UFPB promove encontro sobre diversidade, pertencimento e direitos humanos em alusão ao Dia do Orgulho LGBTQIAPN+
Programação reúne diálogo, escuta, cultura e compartilhamento de experiências para fortalecer o respeito à diversidade na universidade

Mais do que celebrar uma data, o Dia do Orgulho LGBTQIAPN+ convida à reflexão sobre direitos, respeito e pertencimento. Com esse espírito, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) realizará, no próximo dia 30, o evento “UFPB Pela Diversidade: acolhimento, escuta e valorização das vivências LGBTQIAPN+ na universidade”, uma programação dedicada à promoção de ambientes acadêmicos mais inclusivos, acolhedores e humanizados.
Com o tema “Orgulho de Ser, Direito de Pertencer”, o encontro acontecerá no Cine Aruanda. A programação será aberta às 14h30 com a mesa-redonda “Universidade, Direitos Humanos e Diversidade”, reunindo representantes da gestão da UFPB, docentes, técnicos-administrativos, estudantes e integrantes de instituições que atuam na promoção dos direitos da população LGBTQIAPN+.
Ao longo da tarde, dois painéis abordarão temas centrais. A partir das 15h, o painel “Existir é Pertencer: Permanência e Saúde Mental das Pessoas LGBTQIAPN+ da UFPB” promoverá reflexões sobre cuidado, bem-estar e suporte institucional. Já o segundo, “Extensão que Acolhe: Vozes, Direitos e Diversidade LGBTQIAPN+”, destacará iniciativas universitárias que transformam conhecimento em ações concretas de inclusão e cidadania, a partir das 17h.
Encerrando a programação, a atividade cultural Cine Trava, às 19h, celebrará a arte e a expressão cultural como importantes ferramentas de resistência, visibilidade e afirmação de direitos. Serão exibidos os filmes: “Naquela mesa” (2025, 4min), dirigido por Pérola Padilha, e “Bixa Travesty” (2018, 1h15min), dirigido por Claudia Priscilla e Kiko Goifman. A mediação dessa programação será feita por Dorot Ruanne e Pérola Padilha.
Além de marcar o Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, o evento busca fortalecer ações institucionais voltadas à inclusão e aos direitos humanos, ampliar os espaços de escuta e sensibilização da comunidade acadêmica e incentivar a construção de relações baseadas no respeito e na valorização da diversidade.
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Texto: Elidiane Poquiviqui
Imagem: Divulgação