{"id":25,"date":"2026-02-06T15:03:46","date_gmt":"2026-02-06T18:03:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/?page_id=25"},"modified":"2026-04-09T15:39:20","modified_gmt":"2026-04-09T18:39:20","slug":"dissertacoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/dissertacoes\/","title":{"rendered":"Disserta\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p>As disserta\u00e7\u00f5es de mestrado vinculadas ao ODAN\/UFPB-CNPq s\u00e3o apresentadas a seguir, organizadas em ordem cronol\u00f3gica de defesa, da mais antiga \u00e0 mais recente. Os textos completos est\u00e3o dispon\u00edveis no <a href=\"https:\/\/repositorio.ufpb.br\/\">Reposit\u00f3rio Institucional da UFPB<\/a>. Al\u00e9m disso, os artigos cient\u00edficos derivados de cada disserta\u00e7\u00e3o s\u00e3o apresentados logo ap\u00f3s seus respectivos resumos, permitindo ao(\u00e0) leitor(a) acompanhar os desdobramentos das pesquisas desenvolvidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>2026<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>IZABELE DA SILVA ROCHA<\/strong> &#8211; VIOL\u00caNCIA, DEPRESS\u00c3O E EXCESSO DE PESO EM MULHERES BRASILEIRAS, CONFORME A ORIENTA\u00c7\u00c3O SEXUAL. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Orientador:\u00a0<\/strong>SAVIO MARCELINO GOMES<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Data:\u00a0<\/strong>23\/02\/2026 &#8211; <strong>Hora:\u00a0<\/strong>09:00<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary><a href=\"void(0);\">Mostrar Resumo<\/a><br><\/summary>\n<p>O objetivo deste estudo foi verificar a associa\u00e7\u00e3o entre viol\u00eancia, depress\u00e3o e excesso de peso (sobrepeso e obesidade) em mulheres de minorias sexuais no Brasil. Trata-se de um estudo transversal com microdados da Pesquisa Nacional de Sa\u00fade (PNS) &#8211; edi\u00e7\u00e3o de 2019. Foram inclu\u00eddas 44.608 mulheres heterossexuais, 326 bissexuais e 394 homossexuais que responderam \u00e0s entrevistas presenciais realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica &#8211; IBGE. A vari\u00e1vel dependente foi o estado nutricional. As vari\u00e1veis independentes foram a depress\u00e3o e a viol\u00eancia sofrida (psicol\u00f3gica, f\u00edsica e sexual), mensuradas atrav\u00e9s de autorrelato. Os ajustes foram realizados a partir dos dados das vari\u00e1veis sociodemogr\u00e1ficas. Foram utilizados os testes de Qui-quadrado Rao &amp; Scott e Modelos Lineares Generalizados (GLM) com distribui\u00e7\u00e3o log\u00edstica binomial, empregando a Raz\u00e3o de Chances (OR) e o respectivo IC de 95%, considerando os pesos amostrais da amostragem complexa. Todas as an\u00e1lises foram feitas atrav\u00e9s da linguagem de programa\u00e7\u00e3o R, por meio da interface R Studio. Minorias sexuais femininas apresentaram n\u00edveis de renda (bissexuais: 22,89%, IC95% 15,5 &#8211; 30,2; homossexuais: 22,80%, IC95% 15,8 &#8211; 29,7; heterossexuais (12,50% IC95% 11,7 &#8211; 13,2) e escolaridade (bissexuais: 39,80%, IC95% 28,7 &#8211; 50,8; homossexuais 41,12%, IC95% 34,4 &#8211; 50,7; heterossexuais: 23,59%, IC95% 22,5 &#8211; 24,6) mais altos em compara\u00e7\u00e3o aos seus pares. Al\u00e9m disso, sofreram mais viol\u00eancia (bissexuais: 48,55%, IC95% 40,0 &#8211; 57,0; homossexuais 37,64%, IC95% 29,5 &#8211; 45,7; heterossexuais: 18,84%, IC95% 18,1 &#8211; 19,4) e mais depress\u00e3o (bissexuais: 24,61%, IC95% 17,4 &#8211; 31,8) em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s heterossexuais (15,78%, IC95% 15,0 &#8211; 16,5). N\u00e3o houveram diferen\u00e7as significativas no estado nutricional entre os grupos. As an\u00e1lises multivariadas demonstraram que mulheres heterossexuais com depress\u00e3o tiveram maior chance de excesso de peso (OR=1,39; IC95%1,13\u00961,69; p&lt;0,001), diferente das minorias sexuais (bissexuais: OR=0,32;IC95%0,07\u00961,4; p=0,12; homossexuais: OR=1,47; IC95%0,45\u00964,8; p=0,51). A experi\u00eancia das mulheres na exposi\u00e7\u00e3o a estressores sociais pode variar de acordo com a orienta\u00e7\u00e3o sexual. As estrat\u00e9gias de sa\u00fade p\u00fablica devem incorporar uma perspectiva interseccional para melhor captar a heterogeneidade nos resultados de sa\u00fade das mulheres.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<p><strong>JOERIKA BATISTA CIQUEIRA<\/strong> &#8211; INIQUIDADES NA DISTRIBUI\u00c7\u00c3O DE COM\u00c9RCIO VAREJISTA DE ALIMENTOS EM UMA CAPITAL DO NORDESTE BRASILEIRO<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Orientadora:\u00a0<\/strong>MARIANA SOUZA LOPES<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Data:\u00a0<\/strong>20\/02\/2026 &#8211; <strong>Hora:\u00a0<\/strong>14:00<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary><a href=\"void(0);\">Mostrar Resumo<\/a><\/summary>\n<p>O ambiente alimentar \u00e9 fator determinante das escolhas alimentares e das iniquidades em sa\u00fade. A distribui\u00e7\u00e3o de estabelecimentos de venda de alimentos saud\u00e1veis ou n\u00e3o no territ\u00f3rio n\u00e3o \u00e9 aleat\u00f3ria, refletindo e podendo ampliar as desigualdades sociais. O objetivo deste estudo foi mapear as desigualdades socioecon\u00f4micas na distribui\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio de alimentos no munic\u00edpio de Jo\u00e3o Pessoa-PB. Trata-se de um estudo ecol\u00f3gico. A base dados de estabelecimentos de venda de alimentos foi constru\u00edda a partir de dados secund\u00e1rios cedidos pela Secretaria de Estado da Fazenda da Para\u00edba e Prefeitura Municipal de Jo\u00e3o Pessoa-PB, sendo submetida a auditoria virtual (Google Earth\/Street View) e in loco para os quiosques localizados na orla mar\u00edtima. Os estabelecimentos foram classificados segundo o sistema de classifica\u00e7\u00e3o Locais-NOVA em fontes de aquisi\u00e7\u00e3o de: (1) alimentos in natura ou minimamente processados e ingredientes culin\u00e1rios, (2) alimentos processados e (3) alimentos ultraprocessados. As condi\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas foram avaliadas pelo \u00cdndice Socioecon\u00f4mico do Contexto Geogr\u00e1fico (GeoSES) e cinco de suas dimens\u00f5es (Educa\u00e7\u00e3o, Renda, Pobreza, Priva\u00e7\u00e3o Material e Mobilidade). A associa\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de estabelecimentos e os indicadores socioecon\u00f4micos foi analisada por mapas tem\u00e1ticos, Coeficiente de Correla\u00e7\u00e3o de Pearson e modelos de Regress\u00e3o Binomial Negativa. Mapeou-se 5.087 estabelecimentos. Os resultados revelaram que a disponibilidade de estabelecimentos de venda de alimentos saud\u00e1veis \u00e9 correlacionada com as caracter\u00edsticas socioecon\u00f4micos da \u00e1rea, apresentando elevada correla\u00e7\u00e3o positiva com o \u00edndice GeoSES (r=0,85; p&lt;0,001), Renda (r=0,85; p&lt;0,001) e Educa\u00e7\u00e3o (r=0,83; p&lt;0,001). \u00c1reas com maior GeoSES apresentam, em m\u00e9dia, mais que o dobro de estabelecimentos que comercializam alimentos in natura (RT=2,05; IC95%: 1,48\u0096 2,84; p&lt;0,01) em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1reas com menores pontua\u00e7\u00f5es no \u00edndice. Em contrapartida, a oferta de alimentos ultraprocessados apresentou distribui\u00e7\u00e3o homog\u00eanea no territ\u00f3rio, ocorrendo de forma independente das caracter\u00edsticas de n\u00edvel socioecon\u00f4mico da \u00e1rea (p&gt;0,05). Conclui-se que o acesso \u00e0 estabelecimento de venda de alimentos que configura a base da alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel em Jo\u00e3o Pessoa-PB \u00e9 um privil\u00e9gio geogr\u00e1fico das \u00e1reas abastadas, enquanto a disponibilidade de estabelecimentos de venda de alimentos ultraprocessados \u00e9 onipresente da cidade e independente da vulnerabilidade da \u00e1rea. Esse cen\u00e1rio de iniquidade territorial refor\u00e7a a necessidade de pol\u00edticas p\u00fablicas de abastecimento focadas na equidade e no fortalecimento de equipamentos p\u00fablicos de Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional para garantir o Direito Humano \u00e0 Alimenta\u00e7\u00e3o Adequada em \u00e1reas de maior vulnerabilidade.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>2025<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>FERNANDO PAIVA BRANDINI<\/strong> &#8211; INSEGURAN\u00c7A ALIMENTAR: REPERCUSS\u00c3O SOBRE EVOLU\u00c7\u00c3O DO CONSUMO DE FRUTAS E HORTALI\u00c7AS DE USU\u00c1RIOS DE PROGRAMA P\u00daBLICO DE PROMO\u00c7\u00c3O DA SA\u00daDE<br><strong>Orientadora:\u00a0<\/strong>MARIANA SOUZA LOPES<br><strong>Data:\u00a0<\/strong>27\/06\/2025 &#8211; <strong>Hora:\u00a0<\/strong>14:00<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary><a href=\"void(0);\">Mostrar Resumo<\/a><\/summary>\n<p>A Inseguran\u00e7a Alimentar (IA) envolve diversos fatores socioecon\u00f4micos, como concentra\u00e7\u00e3o de renda e dificuldades no acesso a alimentos, e atinge principalmente fam\u00edlias em territ\u00f3rios vulner\u00e1veis, nos quais tamb\u00e9m s\u00e3o caracterizados pelo pior acesso e disponibilidade de alimentos adequados, saud\u00e1veis e acess\u00edveis economicamente. No que tange o consumo de alimentos in natura como as frutas e hortali\u00e7as (FH), \u00e9 not\u00f3rio que apesar de constitu\u00edrem a base para uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel para as recomenda\u00e7\u00f5es ao redor do mundo seu consumo \u00e9 reduzido entre indiv\u00edduos residentes em domic\u00edlios em IA. No Brasil, interven\u00e7\u00f5es em sa\u00fade como o Programa Academia da Sa\u00fade (PAS) s\u00e3o necess\u00e1rias para a promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e da alimenta\u00e7\u00e3o adequada e saud\u00e1vel (PAAS), e se apresentam como um importante aliado para o incentivo ao consumo de FH entre pessoas e fam\u00edlias em vulnerabilidade, por\u00e9m pouco se sabe se a IA vivenciada pela fam\u00edlia de indiv\u00edduos usu\u00e1rios do PAS os impede de promover mudan\u00e7as no consumo de FH mesmo ap\u00f3s interven\u00e7\u00f5es nutricionais. Assim, o objetivo desta disserta\u00e7\u00e3o \u00e9 avaliar a associa\u00e7\u00e3o entre IA do domic\u00edlio na evolu\u00e7\u00e3o do consumo de FH entre participantes de um programa p\u00fablico de promo\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade de Belo Horizonte-Minas Gerais, Brasil ap\u00f3s interven\u00e7\u00e3o nutricional. Trata-se de um estudo longitudinal realizado com dados da linha de base (2014-2015) e reavalia\u00e7\u00f5es em 12, 36 e 48 meses de um Ensaio Comunit\u00e1rio Controlado e Randomizado realizado em unidades do PAS em Belo Horizonte- MG. A interven\u00e7\u00e3o nutricional conduzida foi pautada em metodologias educativas problematizadoras e no Modelo Transte\u00f3rico (MT). O consumo di\u00e1rio de FH foi investigado pela frequ\u00eancia de consumo de FV seguido da convers\u00e3o do n\u00famero de colheres de sopa de FH consumidos em gramas nos tempos avaliados, e o consumo foi avaliado atrav\u00e9s da divis\u00e3o por quartis. A amostra foi dividida de acordo com a presen\u00e7a ou grau de IA de acordo bom a classifica\u00e7\u00e3o da pontua\u00e7\u00e3o da Escala Brasileira de Inseguran\u00e7a Alimentar (=0 ou &gt;1 ponto).Para vari\u00e1veis categ\u00f3ricas foi realizado o teste estat\u00edstico Qui Quadrado de Person para vari\u00e1veis categ\u00f3ricas e o teste T de Student para as cont\u00ednuas. Para mensurar o efeito da interven\u00e7\u00e3o no consumo de FH foi realizado o Modelo Diferen\u00e7as em Diferen\u00e7as (DiD), para estimar a diferen\u00e7a da gramatura do consumo entre todos os tempos e linha de base. Dois modelos foram constru\u00eddos um n\u00e3o ajustado e outro ajustado por sexo, anos de estudo e renda per capta. Do total de participantes 3.279 indiv\u00edduos, 36,2% se encontravam em situa\u00e7\u00e3o de IA, e consumiram menores quantidades de FV em rela\u00e7\u00e3o aos que est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a (120,0 g vs. 160,0 g; p&lt;0,001). Aos 12 meses de interven\u00e7\u00e3o foi poss\u00edvel identificar no 2\u00ba quartil um aumento do consumo de FV no grupo em IA (GC: 306,2 a328,0 gramas; GI: 304,4 a 355,1gramas), DiD de 28,8 (p = 0,047). No 4\u00ba quartil, indiv\u00edduos em AS houve um decl\u00ednio aos 12 meses (GC: 627.438 a 460.124 gramas; GI: 644.529 a 436.581 gramas, resultando em um DiD de -23,3; p=0,017). Conclus\u00e3o: O efeito da interven\u00e7\u00e3o variou entre os quartis de consumo, e os resultados foram semelhantes entre os grupos, independente da presen\u00e7a da IA no domic\u00edlio, o que revela a influ\u00eancia de fatores que se sobrep\u00f5em ao alcance da interven\u00e7\u00e3o, como o ambiente alimentar, barreiras socioecon\u00f4micas e caracter\u00edsticas estruturais do territ\u00f3rio em que foi realizado o estudo. A vulnerabilidade social, demanda de elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas mais abrangentes, que integrem a\u00e7\u00f5es intersetoriais que mitiguem a IA e melhore o acesso a alimentos saud\u00e1veis, s\u00e3o essenciais para que interven\u00e7\u00f5es desse tipo sejam mais efetivas.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<p><strong>CEC\u00cdLIA FURTADO CRAVEIRO<\/strong> -DISPARIDADES NO AMBIENTE ALIMENTAR DO CONSUMIDOR DE UMA METR\u00d3POLE BRASILEIRA<br><strong>Orientadora:\u00a0<\/strong>MARIANA SOUZA LOPES                                                                                 <strong>Data:\u00a0<\/strong>24\/02\/2025 &#8211; <strong>Hora:\u00a0<\/strong>09:00<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary><a href=\"void(0);\">Mostrar Resumo<\/a><\/summary>\n<p>O ambiente alimentar do consumidor se relaciona \u00e0 disponibilidade, qualidade e variedade de alimentos dispon\u00edveis para a compra em uma determinada \u00e1rea. Esses fatores podem evidenciar disparidades em sa\u00fade presentes em comunidades vulner\u00e1veis. O objetivo do presente trabalho foi verificar a disponibilidade, diversidade, variedade e qualidade de alimentos in natura e ultraprocessados em lojas localizadas em territ\u00f3rios com diferentes n\u00edveis de vulnerabilidade da sa\u00fade em uma metr\u00f3pole brasileira. Este estudo transversal usou dados provenientes de um estudo pr\u00e9vio realizado na cidade de Belo Horizonte. A coleta de dados se deu atrav\u00e9s de auditoria nos estabelecimentos comercializadores de alimentos presentes na \u00e1rea, utilizando-se uma vers\u00e3o adaptada do instrumento ESAO-s, previamente validado para o contexto brasileiro. Coletou-se dados sobre as 10 frutas e 10 hortali\u00e7as mais consumidas pela popula\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos 5 alimentos ultraprocessados mais consumidos. A vulnerabilidade do territ\u00f3rio foi medida atrav\u00e9s do \u00cdndice de Vulnerabilidade da Sa\u00fade (classificada em baixa, m\u00e9dia e alta\/muito alta). Foram realizadas an\u00e1lises descritivas e modelos de regress\u00e3o, ajustados pela popula\u00e7\u00e3o da \u00e1rea. 248 lojas foram auditadas, entre supermercados, lojas especializadas em frutas e hortali\u00e7as e lojas locais. \u00c1reas de baixo IVS possu\u00edam maior preval\u00eancia de lojas com variedade adequada de frutas (34,4% vs. 2,2%; valor-p &lt; 0,001) e hortali\u00e7as (38,7% vs. 10,9%; valor-p &lt; 0,001) e melhor qualidade, quando comparadas \u00e0s \u00e1reas de m\u00e9dio e alto\/muito alto IVS. Supermercados em \u00e1reas de baixo IVS tinham quase o dobro da preval\u00eancia de adequa\u00e7\u00e3o de variedade de vegetais quando comparados aos em \u00e1reas de alto\/muito IVS (65.2% vs. 33.3%, valor-p = 0.005). Ap\u00f3s ajuste pela popula\u00e7\u00e3o, \u00e1reas de maior IVS possu\u00edam menor chance de apresentarem lojas com variedade adequada de frutas, comparadas \u00e0s de baixo IVS (RC = 0.06; IC 95% = 0.01 &#8211; 0.44; valor-p = 0.006). Conclu\u00edmos que, em Belo Horizonte, as disparidades no ambiente alimentar do consumidor podem levar \u00e0 dificuldades de acesso \u00e0 alimentos saud\u00e1veis, especialmente \u00e0 popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis. A\u00e7\u00f5es urgentes devem ser tomadas no ambiente alimentar, a partir de interven\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e sistem\u00e1ticas. <\/p>\n<\/details>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As disserta\u00e7\u00f5es de mestrado vinculadas ao ODAN\/UFPB-CNPq s\u00e3o apresentadas a seguir, organizadas em ordem cronol\u00f3gica [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":47,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-25","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/25","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/wp-json\/wp\/v2\/users\/47"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/25\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":327,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/25\/revisions\/327"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/odan\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}