{"id":3238,"date":"2025-06-27T10:06:15","date_gmt":"2025-06-27T13:06:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/?page_id=3238"},"modified":"2025-06-27T10:06:16","modified_gmt":"2025-06-27T13:06:16","slug":"luiza-morgado-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/acervo\/colecao-pinacoteca-ufpb\/luiza-morgado-2\/","title":{"rendered":"Luiza Morgado"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Recife &#8211; PE, 1991<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Luiza Morgado \u00e9 uma artista visual nascida em Recife, Pernambuco, no ano de 1991. \u00c9 graduada em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco, sua primeira forma\u00e7\u00e3o foi na \u00e1rea da cr\u00edtica liter\u00e1ria. Apesar disso, sempre demonstrou forte interesse pelas artes desde cedo, segundo a mesma, seus cadernos registravam mais desenhos do que poesias. Em 2017, iniciou o curso de Artes Visuais no Instituto Federal de Pernambuco, momento em que passou a desenvolver um trabalho focado na gravura, t\u00e9cnica que se tornou central em sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Sua obra est\u00e1 diretamente relacionada a experi\u00eancias pessoais e sociais. A viv\u00eancia como m\u00e3e e como mulher l\u00e9sbica atravessa suas composi\u00e7\u00f5es e se reflete nas tem\u00e1ticas que aborda, como afetos, cotidiano e quest\u00f5es pol\u00edticas. A artista constr\u00f3i imagens a partir de investiga\u00e7\u00f5es subjetivas que dialogam com seu entorno, trazendo \u00e0 tona representa\u00e7\u00f5es que misturam o \u00edntimo com o coletivo, sem deixar de lado o posicionamento cr\u00edtico. <\/p>\n\n\n\n<p>Desde 2018, participa do Coletivo GRAVOs, grupo de extens\u00e3o do IFPE voltado \u00e0 gravura. Essa experi\u00eancia proporcionou a pr\u00e1tica direta com tiragens coletivas e o cuidado com acervos, ampliando sua rela\u00e7\u00e3o com os processos t\u00e9cnicos e colaborativos da \u00e1rea. No ano seguinte, uniu-se \u00e0 Gr\u00e1fica Lenta, coletivo que busca outras formas de produ\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, mais experimentais. Em paralelo, Luiza seguiu desenvolvendo seu pr\u00f3prio estilo, conciliando os trabalhos acad\u00eamicos, projetos coletivos e as cria\u00e7\u00f5es autorais realizadas principalmente em casa, mas impressas nos ateli\u00eas. Durante a pandemia, adaptou seu processo \u00e0 frotagem, uma t\u00e9cnica que permitia a produ\u00e7\u00e3o mesmo sem acesso a uma prensa. A possibilidade de reproduzir uma imagem v\u00e1rias vezes \u00e9 compreendida pela artista como um meio de amplificar ideias e alcan\u00e7ar diferentes p\u00fablicos. Essa caracter\u00edstica est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 sua inten\u00e7\u00e3o de comunicar temas relevantes de forma acess\u00edvel, por meio de uma linguagem visual clara, por\u00e9m sens\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2023, passou a integrar o Espa\u00e7o CriaDouro, atuando primeiro no Escadaria Ateli\u00ea e depois ocupando a Sala 107, onde mant\u00e9m seu espa\u00e7o de cria\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m da atua\u00e7\u00e3o em ateli\u00eas e coletivos, tamb\u00e9m participou de projetos gr\u00e1ficos com cunho pol\u00edtico, como a identidade visual da campanha do 8 de mar\u00e7o de 2022 da Articula\u00e7\u00e3o de Mulheres Brasileiras, na qual suas gravuras representaram mulheres em marcha, com bandeiras e megafones, refor\u00e7ando o compromisso da artista com pautas feministas e sociais. Sua po\u00e9tica se organiza a partir do cruzamento entre t\u00e9cnica e viv\u00eancia, trazendo temas que valorizam a experi\u00eancia pessoal como ponto de partida para di\u00e1logos mais amplos. A gravura, em sua obra, n\u00e3o \u00e9 apenas um meio de express\u00e3o, mas tamb\u00e9m uma forma de conex\u00e3o com o mundo. Atrav\u00e9s da repeti\u00e7\u00e3o e varia\u00e7\u00e3o das imagens, Luiza constr\u00f3i uma linguagem pr\u00f3pria, marcada pela reflex\u00e3o, sensibilidade e engajamento.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:10px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><div class=\"linha-header\">Obras:<\/div><\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"849\" height=\"1024\" src=\"http:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/luiza-morgado-saideira-849x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1429\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/luiza-morgado-saideira-849x1024.jpeg 849w, https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/luiza-morgado-saideira-249x300.jpeg 249w, https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/luiza-morgado-saideira-768x926.jpeg 768w, https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/luiza-morgado-saideira-1274x1536.jpeg 1274w, https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/luiza-morgado-saideira-1699x2048.jpeg 1699w, https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/luiza-morgado-saideira.jpeg 1780w\" sizes=\"auto, (max-width: 849px) 100vw, 849px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">&#8220;<strong>Saideira<\/strong>&#8220;, s\/d; T\u00e9cnica: Litogravura; Dimens\u00f5es: 21 x 25 cm<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recife &#8211; PE, 1991 Luiza Morgado \u00e9 uma artista visual nascida em Recife, Pernambuco, no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":143,"featured_media":0,"parent":71,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-3238","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3238","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/143"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3238"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3238\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3239,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3238\/revisions\/3239"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/71"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3238"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}