{"id":386,"date":"2024-09-26T11:29:48","date_gmt":"2024-09-26T14:29:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca2\/?page_id=386"},"modified":"2026-04-08T09:29:30","modified_gmt":"2026-04-08T12:29:30","slug":"wilton-de-souza","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/acervo\/colecao-pinacoteca-ufpb\/wilton-de-souza\/","title":{"rendered":"Wilton de Souza"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<p><strong>Recife &#8211; PE, 1933.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Natural de Recife \u2013 PE (1933), veio a \u00f3bito aos 87 anos na mesma cidade em 2020, o artista pernambucano passou por diversas \u00e1reas das artes e se tornou conhecido como gravador, pintor, escritor, cen\u00f3grafo e cronista de arte. Sua trajet\u00f3ria como artista teve in\u00edcio em sua cidade natal no ano de 1950, quando estudou desenho e pintura com os artistas Reynaldo Fonseca (1925) e Abelardo da Hora (1924). Com Abelardo fundou o Ateli\u00ea Coletivo junto aos artistas Gilvan Samico (1928), Ionaldo (1933 \u2013 2002), Ivan Carneiro, Jos\u00e9 Cl\u00e1udio (1932), Marius Lauritzen Bern, Wellington Virgolino (1929 \u2013 1988) al\u00e9m do Clube de Gravura do Recife em 1952. Atuou como presidente da Sociedade de Arte Moderna do Recife (SAMR) em 1964, a qual fazia parte como membro desde 1948, juntamente \u00e0 sua posi\u00e7\u00e3o na lideran\u00e7a do Clube de Gravura de Recife. Fundo a Galeria Itiner\u00e1rio em 1979, e entre 1981 a 1987, dirigiu a Galeria Metropolitana de Arte Alo\u00edsio Magalh\u00e3es (GMAAM), nesse per\u00edodo, ocupa a fun\u00e7\u00e3o de assessor de artes pl\u00e1sticas da Funda\u00e7\u00e3o de Cultura da Cidade do Recife em 1981 e o cargo de chefe da divis\u00e3o de artes pl\u00e1sticas da Funda\u00e7\u00e3o de Cultura da Cidade do Recife em 1982. Assumiu o cargo de vice-presidente da Escolinha de Arte do Recife em 1987 juntamente com a dire\u00e7\u00e3o do Museu Murillo La Greca que durou at\u00e9 1996. Ap\u00f3s isso, em 1996 voltou a assumir a Galeria Metropolitana de Arte, assumindo o cargo de diretor administrativo ap\u00f3s a reforma da Galeria em 1997 que mudou o nome para Museu de Arte Moderna Alo\u00edsio Magalh\u00e3es (MAMAM). Em sua trajet\u00f3ria tamb\u00e9m atuou em desenhar capas de disco e livros para a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ilustrador de colunas para per\u00edodos de jornais como no Jornal do Commercio, Correio do Povo, \u00daltima Hora e Di\u00e1rio de Pernambuco.<\/p>\n\n\n\n<p><br>O artista se mostrou muito presente com temas sobre Carnaval, como os \u00e1lbuns de desenhos sobre frevo e maracatu em 1979, al\u00e9m de outras festas populares e cenas cotidianas do velho Recife retratadas em suas pinturas e desenhos. Ganhou premia\u00e7\u00f5es ao decorrer de sua trajet\u00f3ria art\u00edstica, como o pr\u00eamio de \u201cMelhor Cen\u00f3grafo\u201d pela Associa\u00e7\u00e3o dos Cronistas Teatrais de Pernambuco, pelo cen\u00e1rio da pe\u00e7a \u201cDa Lapinha ao Pastoril\u201d, de autoria de Jos\u00e9 Mendon\u00e7a, montada pelo MCP no Teatro Santa Isabel e o Trof\u00e9u \u201cDestaque nas Artes Pl\u00e1sticas\u201d, na VI Festa dos Destaques, coordenada pela colunista Inah Torres na cidade de Petrolina \u2013 PE. Recebeu o t\u00edtulo de Comendador da Ordem do M\u00e9rito Capibaribe do Recife em 1985 juntamente com a medalha Amigo do Teatro Santa Isabel, e no ano seguinte, recebeu a medalha concedida pelo Caxang\u00e1 \u00c1gape. Al\u00e9m disso, \u00e9 membro da Academia de Artes e Letras no Recife e da Academia de Letras e Artes do Nordeste Brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Suas exposi\u00e7\u00f5es coletivas e individuais percorreram o estado pernambucano e estiveram presentes em outros estados, na qual se destaca em exposi\u00e7\u00f5es individuais e coletivas no Museu de Arte Moderna da Bahia (1964), Galeria Metropolitana de Artes Alo\u00edsio Magalh\u00e3es (2000), 2a Bienal de Artes Pl\u00e1sticas do Nordeste (1970), Museu Murillo La Greca (1992) e na Galeria de Arte Scala (1977). Tamb\u00e9m participou de in\u00fameras coletivas em galerias, sal\u00f5es, museus, espa\u00e7os culturais no Brasil como nos estados de S\u00e3o Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Maranh\u00e3o, Goi\u00e1s, Alagoas e outros, e no exterior apresentando seu trabalho na Fran\u00e7a, Estados Unidos, Portugal e It\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:17px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><div class=\"linha-header\">Obras<\/div><\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"556\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca2\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/9b529a1a-7a3a-4ac3-a3d8-70c24e44a7c3.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1237\" srcset=\"https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/9b529a1a-7a3a-4ac3-a3d8-70c24e44a7c3.jpeg 556w, https:\/\/www.ufpb.br\/pinacoteca\/wp-content\/uploads\/sites\/79\/sites\/210\/2024\/10\/9b529a1a-7a3a-4ac3-a3d8-70c24e44a7c3-217x300.jpeg 217w\" sizes=\"auto, (max-width: 556px) 100vw, 556px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Sem t\u00edtulo. <\/strong>T\u00e9cnica: mista: papel sobre eucatex. Dimens\u00f5es: 64,9 x 46,9 cm. Origem: Ex Departamento Cultural. <\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recife &#8211; PE, 1933. 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