Resumo
Este artigo analisa a organização social, a produção e articulação do parentesco com a forma social potiguara expressa nos ideais de “viver bem”, que traduzem a possibilidade de “viver nas aldeias” e entre parentes, demarcando a centralidade do parentesco no processo de sociabilidade. Trata-se de compreender as espacialidades e os regimes de territorialidade através da intersecção entre parentesco e política.