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UFPB avança no indicador “inovação tecnológica” do ranking de universidades da Folha

No ranking de 2016 a UFPB estava em 25ª colocação em inovação e passou para 21ª este ano (2017).

por Cleverton R. Fernandes publicado: 20/09/2017 13h54 última modificação: 21/09/2017 09h34

Na recém-divulgada edição do Ranking Universitário Folha (RUF) de 2017 a UFPB avançou posições em termos de suas criações e proteções tecnológicas (inovação tecnológica). Apesar disso, amargou mais um declínio global abrangendo outros itens como, por exemplo, ensino, mercado e internacionalização. 

No ranking de 2016 a UFPB estava em 25ª colocação em inovação e passou para 21ª este ano (2017). Avanço que corresponde, inclusive, com o ranking do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) que posicionou a UFPB como a 7ª colocada entre empresas e instituições públicas e privadas brasileiras que mais depositam pedidos de patentes. 

O ponto de virada no ranking da UFPB, em termos de ações inovadoras, ocorreu em 2015 quando passou da 29ª, em 2014, para 26ª posição entre as universidades do país, enquanto que a posição geral da instituição declinou da 25ª, em 2014, para a 28ª. O gráfico, exposto nesta notícia, destaca as linhas evolutivas das posições “geral” e, especificamente, do item “inovação” da UFPB desde 2012 até 2017. 

Apesar de outros indicadores terem caído bastante, a “inovação” tem sido um indicador que evitou uma queda ainda mais dramática da UFPB no ranking como um todo (global). Ou seja, a contribuição não foi suficiente por causa de outros indicadores que foram muito baixos, conforme já mencionado. 

De acordo com o presidente da INOVA-UFPB, Dr. Petrônio F. de Athayde Filho, “isso é reflexo do trabalho árduo e incansável da nossa pequena, porém dedicada e competente, equipe; estamos muito orgulhosos com o nosso desempenho, mas queremos avançar mais e mais”. Para o Diretor de Propriedade Intelectual, Dr. Cleverton R. Fernandes, “com a nova proposta de política de inovação da UFPB, que está em apreciação no CONSUNI, mais pesquisadores deverão nos procurar para proteger, ou patentear, no Brasil e no exterior suas criações e isso viabilizará novas oportunidades de negócio e, consequentemente, os indicadores mercado e internacionalização poderão até melhorar”.

A Diretora de Transferência e Licenciamento Tecnológico, Dra. Melânia L. Cornélio, explica e reforça que “a aproximação entre esta universidade e o setor empresarial necessita desse fluxo maior de proteções patentárias, intelectuais em geral, para que possamos propiciar planos e projetos de novos negócios; digo licenciar e transferir tecnologia para o mercado tanto para empresas nascentes como para os grandes players internacionais”. Ela continua ao afirmar que “a nova política, que será votada em breve pelo CONSUNI, será fundamental para mantermos e consolidarmos ainda mais a inovação na UFPB”.

Vale lembrar que a INOVA-UFPB premia seus inventores todos os anos por meio da "Premiação de Inovação Tecnológica Professor Delby Fernandes de Medeiros". Este ano a premiação, que ocorrerá no início do mês de dezembro, estará em sua 3ª edição e visa reconhecer os incomensuráveis e brilhantes esforços científico-tecnológicos de vários docentes, técnicos-administrativos e discentes da UFPB.