Antônio David Diniz


Natural de Taperoá – PB (1955), vive e trabalha atualmente em João Pessoa, o artista paraibano se tornou conhecido nas áreas de reportagem e fotografias. O início de sua trajetória na fotografia acontece com seu pai, Gregório Diniz, com quem aprendeu as técnicas na área que passou mais de duas décadas trabalhando nos jornais da capital paraibana como O norte (1975-1976), O momento (1985-1986) e A União (1977-1994), onde registrou diversos acontecimentos políticos, culturais e sociais. Nesse período em que trabalhou nos jornais, obteve conhecimento na área em interações com colegas e pelos ensinamentos diários como professor, entrou como membro do Sindicato dos Jornalistas Profissionais-PB juntamente a Associação Paraibana de Imprensa – API, além de ter sido professor de fotojornalismo na Universidade federal da Paraíba (UFPB) entre 1991 e 1992. Após isso, assumiu posição como coordenador de fotografia pela Secom do Governo do Estado da Paraíba entre 1995 a 2006 e como gerente executivo de fotografia em 2009.


Durante sua trajetória foi premiado como no projeto “Lambe-lambe” pela Agência Ensaio em 2002, o Prêmio Nacional de 1o Lugar do 8o concurso Leica pela Revista Fotografe Melhor em 2011 e o prêmio Aquisição do Salão de Artes Visuais (2013) Sesc-PB, além dos dois livros sobre sua trajetória e obras, “Antonio David 30 anos de Fotojornalismo” em 2007 e “O Ser e o Mar” em 2014.


Suas produções envolvem uma perspicácia plástica, arraigada na busca da natureza por figuras abstratas, criadas na maré baixa, das areias da Ponta do Seixas, o artista busca na terra e observa pontos que possam passar despercebidos por banhistas e outras pessoas de passagem. Suas exposições se espalham pelo Estado da Paraíba como na Galeria Gamela (1993), Aliança Francesa (1998), Centro Cultural São Francisco (2000), Funesc (1995), IV SAMAP no NAC/ UFPB (1994), Sesc PB (2003) além de outras galerias. O artista também está presente em outros estados como Pernambuco e Minas Gerais, como no Centro Cultural da UFMG (1999), Centro de Convenções de Recife (1994), Unama-PA (2000) e outras galerias. Além disso o artista tem obras no acervo do Museu da Imaginação, localizado em São Paulo.

Obras

O pescador solitário“, 2007. Técnica: Impressão fotográfica, pigmento mineral s/ papel 100% algodão. Dimensões: 51 X 76,4cm. Doação feita em conjunto pelo artista e Gabriel Bechara Filho.

Última atualização: quarta-feira, 8 de abril de 2026