
A UFPB, com seus diversos campi, abriga uma variedade de espécies arbóreas. Em João Pessoa (Campus I) temos vários fragmentos de mata conservados dentro de nossa universidade e áreas ainda maiores em outras cidades como Areia, Bananeiras, Mamanguape e Rio Tinto, contribuindo para a diversidade de fauna e flora.
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) observa que as áreas verdes correspondem a espaços com relevante cobertura vegetal, que propicia aos visitantes a agradável sensação de bem-estar, devido à presença da natureza. A mata da UFPB, no campus I, certamente se insere nesse contexto, pois possibilita aqueles que trabalham na Universidade ou a visitam estão em um contexto de imersão numa área de vegetação circundante ao “concreto” da cidade de João Pessoa com a mata da UFPB.

Compete à Comissão de Arborização e Segurança Ambiental:


Nos períodos de chuvas e ventos fortes o cuidado se intensifica. Com o solo úmido, os ventos e o peso dos galhos molhados, as raizes perdem sustentação e, a depender da árvore e sua sanidade, podem ocorrer quedas de galhos e até de árvores inteiras.
Nesses períodos, principalmente, nós da CGA enfatizamos as campanhas de cuidados e conscientização, no campus e nas mídias sociais como o nosso instagram.
Apoiamos preojetos e ações que façam plantios de árvores nos campi, contudo, é fundamental a utilização de espécies nativas. As árvores nativas são geralmente mais adaptadas às condições locais, demandando menos cuidados e apresentando maior resistência a fatores adversos. Além disso, elas desempenham um papel importante na conservação da biodiversidade, oferecendo habitat e alimento para a fauna local. A utilização de espécies nativas da região é essencial para garantir o sucesso dos projetos de arborização urbana, uma vez que as espécies nativas locais são adaptadas às condições de clima e solo da região.
Os membros que compõem a comissão de arborização e segurança ambiental da UFPB:
Para conhecer melhor o assunto, existem vários manuais de arborização urbana disponíveis na internet, como o “Manual de Boas Práticas na Arborização Urbana” do CONFEA, o “Manual para Elaboração do Plano Municipal de Arborização Urbana” da Embrapa e manuais municipais específicos, como o Manual de Orientação Técnica da Arborização Urbana de Belém, assim como o da Manual de arborização da Prefeitura de João Pessoa. Esses documentos fornecem diretrizes para o planejamento, plantio e manejo de árvores em cidades, incluindo a escolha de espécies adequadas, as distâncias de segurança de redes elétricas e construções, e cuidados como poda e manutenção.
“O homem que planta uma árvore sabendo que nunca irá se sentar na sombra dela, começou a entender o sentido da vida..”

Última atualização: sexta-feira, 24 de abril de 2026