A construção de uma universidade mais inclusiva acontece no dia a dia. Pequenas adaptações na organização das atividades, na comunicação e no ambiente podem facilitar a participação de estudantes autistas e contribuir para uma experiência acadêmica mais acessível para todas as pessoas.
Essas orientações fazem parte do caderno Práticas inclusivas e estudantes autistas, da série Cadernos Pedagógicos da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva. O material reúne sugestões para apoiar instituições e docentes na criação de ambientes de aprendizagem mais acolhedores e acessíveis.
Momentos de sobrecarga sensorial, emocional ou social costumam surgir de forma gradual. Em muitos casos, essa sobrecarga pode ser prevenida quando os sinais são percebidos com antecedência.
Cada pessoa autista manifesta esse processo de maneira diferente. Alguns sinais podem incluir:
Observar essas mudanças ajuda a oferecer apoio no momento adequado.
Algumas práticas simples podem reduzir a ansiedade e facilitar a organização de pessoas autistas:
A previsibilidade pode ser decisiva para que estudantes autistas participem com maior engajamento e menor possibilidade de desestruturação.
Nem sempre é possível controlar os estímulos do ambiente universitário. Ainda assim, pequenas medidas podem favorecer o bem-estar da pessoa autista.
Sempre que possível:
Em momentos de maior sobrecarga, falar pode ser difícil para pessoas autistas.
Nessas situações, estudantes autistas podem preferir:
Conhecer essas possibilidades antecipadamente facilita o diálogo.
O objetivo principal é oferecer um ambiente seguro e acolhedor para a pessoa autista.
Algumas atitudes costumam ajudar:
Cada pessoa é única. Por isso, conhecer suas preferências e necessidades é sempre a melhor estratégia.
Depois de uma crise, é comum que a pessoa autista esteja esgotada ou precise de um tempo para retomar as atividades.
Nesses momentos, recomenda-se:
A inclusão se fortalece quando docentes, técnicos(as)-administrativos(as) e estudantes constroem juntos(as) um ambiente acadêmico baseado no respeito, no diálogo e na valorização das diferentes formas de aprender e participar da vida universitária.
O presente conteúdo foi amplamente elaborado em Linguagem Simples por GRALHA, inteligência artificial criada por Marcia Ditzel Goulart, com base nos Cadernos Pedagógicos da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, n. 6 – SECADI/MEC, disponibilizado pelo Grupo de Pesquisa em Educação, Desenvolvimento Humano e Diferenças da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
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