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Adesão a processos eletrônicos na UFPB já chega a quase 80%

A Universidade aderiu à política da "administração sem papel" em 2019
publicado: 27/12/2019 18h35, última modificação: 24/01/2020 19h24
Técnicos da UFPB confirmam linha evolutiva da "administração sem papel". Crédito: Angélica Gouveia

Técnicos da UFPB confirmam linha evolutiva da "administração sem papel". Crédito: Angélica Gouveia

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está em um trabalho contínuo para zerar o uso do papel em processos administrativos, desde que aderiu, ainda em 2019, à política de uma "administração sem papel".  No período de um ano já colheu resultados otimistas: dos quase 65 mil processos abertos no ano passado, cerca de 80% foram realizados eletronicamente. Em janeiro de 2019 a UFPB registrava um volume de 107 processos abertos de forma eletrônica. Esse número subiu para 5.095 processos no mês de dezembro do mesmo ano. Na linha inversa, os processos encaminhados por meio tradicional do papel despencaram, caindo  de 2.081 para 207 no mesmo período.

De acordo com a diretora do Arquivo Central, professora Julianne Teixeira e Silva, o objetivo é chegar a aproximadamente 100% e atender a tendência mundial de uma “administração sem papel”. “Não devemos chegar aos 100% totalmente porque ainda é difícil  diante das demandas externas que trazem procedimentos mais burocráticos para validação eletrônica. Vamos trabalhar, junto com a STI (Superintendência de Tecnologia da Informação), para simplificar e garantir usabilidade a todos na UFPB”, afirma.

O Processo Administrativo Eletrônico foi determinado pelo Decreto 8.539/2015, que estabeleceu a obrigatoriedade do uso do meio eletrônico para os processos administrativos no serviço público federal.

Na UFPB, o Arquivo Central e a STI são os responsáveis pela gestão dos documentos e processos digitais, bem como pela sua preservação ao longo do tempo.

A professora Julianne Teixeira e Silva salienta que a UFPB está em processo de adaptação do processo eletrônico e busca divulgar os procedimentos para toda a comunidade acadêmica.

“Vamos desenvolver uma padronização dos tipos de documentos e processos, bem como mapear os fluxos de encaminhamento das demandas. Depois, buscaremos canais de comunicação para disponibilizar acesso aos diversos usuários que temos na universidade”, destaca.

Para mais detalhes sobre como acessar o processo eletrônico na UFPB, consulte o site.

Ascom/UFPB