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Cartilha online orienta famílias sobre infecções parasitárias na infância

Parasitoses, apesar de bastante comuns, ainda são muito negligenciadas
publicado: 03/02/2020 15h00, última modificação: 28/11/2020 00h02
A publicação, produzida no formato de quadrinhos, foi elaborada pela ETS. Foto: Angélica Gouveia

A publicação, produzida no formato de quadrinhos, foi elaborada pela ETS. Foto: Angélica Gouveia

O projeto de extensão Xô, parasitoses!, realizado pela Escola Técnica de Saúde (ETS/UFPB), lançou uma cartilha no formato de história em quadrinhos para abordar as formas de prevenção dessas infecções na infância.  

Segundo a professora Ana Carolina Bernardes, coordenadora adjunta do projeto, as infecções parasitárias apesar de bastante comuns, ainda são muito negligenciadas, daí a importância da ação educativa. “Elas representam um importante problema de saúde pública e as crianças são as mais comumente acometidas, devido, principalmente, a falta de hábitos de higiene adequados e de imunidade”, explicou.

O público-alvo da iniciativa foram as crianças – e suas famílias – da  comunidade São Rafael, em João Pessoa, que receberam a publicação no formato impresso. No entanto, a cartilha foi disponibilizada também no Instagram do projeto (@xoparasitoses), estendendo a conscientização acerca das formas de prevenção das parasitoses para a população em geral.

Ainda de acordo com a professora, a cartilha, produzida por extensionistas do Xô, parasitoses, apresenta uma história contada de forma lúdica, já que é dirigida a crianças. Nela, um super-herói ensina as crianças hábitos saudáveis de higiene, informações sobre transmissão dos parasitas e formas de prevenção às parasitoses. “Na cartilha são mostradas algumas situações do cotidiano das pessoas, tornando a experiência da criança leitora mais realista, e passível de implementação na rotina da família”, acrescentou Carolina.           

O “Xô Parasitoses” existe desde 2016, com atividades em várias comunidades da capital paraibana. Este ano, o projeto teve como foco atender a comunidade São Rafael, principalmente as crianças, com ações que vão desde palestras e distribuição de material educativo a campanha de arrecadação e doação de materiais de higiene e limpeza para os moradores. Com a pandemia que dificultou as intervenções na comunidade, as atividades educativas do projeto passaram a ser realizadas de forma digital, por meio da rede social Instagram. 

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Reportagem: Milena Dantas
Ascom/UFPB